Corinthians dá um bico na má fase, garante classificação na Copa do Brasil e ganha moral para o Dérbi

Paraguaio Romero, artilheiro do Itaquerão, ano 4: 23 gols

Depois de quatro jogos sem vencer e com vaias da Fiel ao final de algumas partidas, o Corinthians reencontrou o caminho da vitória. Com dois gols de Romero e um de Maycon, o heptacampeão brasileiro derrotou o Vitória por 3 a 1, no Itaquerão, minha casa minha vida (29.625 pagantes/R$ 1.280.969).

Com o triunfo sobre os baianos, o Corinthians carimbou a classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. No primeiro jogo do mata-mata, em Salvador, deu ‘oxo’. O adversário só será conhecido após o Mundial da Rússia.

A equipe corintiana vinha de duas derrotas (Galo e Independiente) e dois empates (Vitória e Ceará). Ganhou moral para o clássico contra o Palmeiras, no domingo.

O Corinthians se impôs no primeiro tempo. Chegou a ter quase 70% de posse bola, já que o Vitória entrou preocupado apenas em atrair o time corintiano para explorar os contra-ataques com Neilton e Denílson. Porém encontrou pela frente uma sólida defesa.

Apesar de dominar a partida, com destaque para o garoto Pedrinho na direita, o Corinthians errou muitos passes e ainda teve raros momentos de lucidez com Rodriguinho e Jadson no meio de campo.

Aos 39, a explosão da Fiel. Gabriel cruzou da direita, o goleiro Caique rebateu para o meio da área e Maycon estufou a rede.

O gol saiu quando a equipe corintiana dava sinais de nervosismo e insistia em inúteis chuveirinhos à procura de um ‘centroavante fantasma’.

A equipe baiana voltou do vestiário com o gorducho ‘vovô’ André Lima. Saiu Willian Farias. Atrás do empate, o Vitória se abriu e levou o segundo gol.

Aos 13 minutos, o zagueiro Balbuena apoiou o ataque e passou para Jadson, que tocou na esquerda para Romero. Livre, o paraguaio chutou, Caique defendeu parcialmente e o próprio Romero pegou o rebote e guardou: 2 a 0.

Na sequência, mudança no Vitória: Denílson por Guilherme. Aos 23, o Corinthians correu mais uma vez para o abraço: Sidcley centrou e Romero concluiu de cabeça – 23º tento do paraguaio, maior artilheiro do Itaquerão, ano 4.

Após tomar o terceiro gol, nova alteração no time baiano: Neilton por Luan. No Corinthians, Jadson por Emerson ‘Bitoca’. Aos 28, Pedrinho fez linda jogada individual e arrematou na trave.

Último lance do moleque, que saiu aplaudido para a entrada de Mateus Vital. Aos 31, a zaga corintiana vacilou e André Lima, sozinho, diminuiu de cabeça. O goleiro Cássio ficou uma fera com a defesa.

Na bacia das almas, o ‘professor’ Fabio Carille trocou Maycon por Paulo Roberto, a fim de melhorar a marcação no meio de campo e garantir o triunfo. O Vitória terminou com 10: o lateral Zé Welison foi expulso.

O resultado serviu como vingança para os corintianos. Ano passado, o Vitória derrubou uma invencibilidade de 34 partidas do Corinthians ao vencer por 1 a 0.

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Pitaco do Chucky. Só um milagre colocará Daniel Alves a serviço da amarelinha desbotada na Copa da Rússia.

Pachecada. ‘Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor…’ Pois é, bem diferente do que aconteceu quando o país faturou os títulos mundiais de 1958/62/70/94/02, a torcida está encantada com a amarelinha desbotada. A maioria (59%) acredita que o ‘professor’ Tite & Cia. voltarão da Rússia com o hexacampeonato, de acordo com pesquisa do Ibope. Uma aposta nada sedutora. Sempre que levantou a taça, o Brasil deixou o país sobre desconfiança e vaias. A temível Alemanha, atual campeã, é apontada por 24% como favorita ao bi.

Pachecada 2. Pelos números da enquete, brasileiros e alemães monopolizarão a Copa do Mundo, com início em 14 de junho. As outras equipes aparecem bem atrás na corrida pelo caneco: Argentina – 4%; Espanha e França – 3%; Rússia – 1%. O Ibope também apontou que 75% dos brasileiros desejam acompanhar o Mundial, enquanto 39% estão dispostos a assistir apenas os jogos da amarelinha desbotada. Já 25% não estão nem aí para a Copa, destacando-se as mulheres e os menos escolarizados.

Zé Corneta. Tréllez ou Kazim, quem você prefere no ataque de seu time?

Sugismundo Freud. Deixe o circo só com o palhaço… sem plateia não há espetáculo.

Caiu na rede. O São Paulo parece entrada de circo: está cheio de pipoqueiros.

Zapping. O duelo entre São Paulo e Rosario Central, pela Sul-americana, rendeu bom ibope à plim plim. A audiência na grande Pauliceia entregue às traças cravou 27,2 pontos de média. Cada ponto representa 71,5 mil domicílios sintonizados.

Pingo nos is. Convidado a participar da última reunião do CD do soberano Tricolor, o diretor de relações institucionais Lugano colocou os pingos no is. O ex-zagueiro revelou ter participado de apenas duas das 10 contratações do clube – do meia-atacante Nenê e do centroavante Gonzalo Carneiro.

Fila do gargarejo. O futebol da Cidade Maravilhosa das balas voadoras vai bem, obrigado. Após quatro rodadas do Brasileirão, o Flamengo está na ponta, enquanto Vasco e Fluminense aparecem no top 10. O Botafogo ocupa o 12º lugar. Um pontapé inicial animador para quem sonha colocar ponto final num pesadelo. Há quatro anos o grito de campeão em torneios nacionais está entalado na garganta de rubro-negros, vascaínos, tricolores e botafoguenses. A última volta olímpica em competições de primeiro nível foi dada pelo Flamengo em 2013, com a vitória de 2 a 0 sobre o Furacão, na decisão da Copa do Brasil. É a segunda maior seca de canecos das equipes cariocas no século 21, de acordo com o site ‘sr.goool’. Só não é pior do que o jejum iniciado depois de o Vasco ter levantado o Brasileirão (Copa João Havelange), em 2000.

Fila do gargarejo 2. A nova festa aconteceu apenas em 2006, quando o Flamengo colocou a faixa de campeão da Copa do Brasil. O voo do Urubu abriu uma era vitoriosa dos cariocas. Entre 2006 e 2013, Flamengo, Fluminense e Vasco praticamente reinaram com vários títulos. O Rubro-negro faturou a Copa do Brasil em 2006 e 2013, além do Brasileirão de 2009. O Fluminense ganhou a Copa do Brasil de 2007 e a Série A de 2010 e 2012. Já o Vasco levantou a Copa do Brasil em 2011.

Tchau, Valdivia! O ‘professor’ colombiano Reinaldo Rueda colocou ponto final na história de Valdivia, 34 anos, na seleção do Chile. O ex-treinador do Flamengo acredita que existe apenas uma fórmula para o time chileno recuperar o prestígio perdido após a eliminação da Copa: agradecer os mais velhos pelos serviços prestados e dar chance aos mais novos. “Seguir chamando jogadores por gratidão, pelo que fizeram, é um hábito muito latino, mas querer que continuem traz muitos danos. Jogadores como Valdivia não podem tirar o espaço dos jovens que terão a responsabilidade da classificação para a Copa de 2022”, justificou Rueda ao jornal ‘El Mercurio’. O técnico reconheceu que se trata de “um trabalho sujo”, porém não há outra saída para formar uma seleção competitiva.

Gilete press. De André Kfouri, no ‘Lance’: “O currículo do Corinthians de Carille levou a algo raro em um futebol impaciente e permanentemente descontente: mesmo nas ocasiões em que atua mal ou é superado em jogo, a ideia de que pode rir por último permanece presente para todos os envolvidos. Mais ou menos como o mocinho nos antigos filmes de faroeste.” Aiou, Silver!

Tititi d’Aline. O nome de Juan Roman Riquelme cresce nos bastidores do Boca Juniors para assumir a presidência do clube. A eleição será apenas em dezembro de 2019, mas o atual mandachuva e raios Daniel Angelici pode deixar o trono antes do prazo. Cartolas da oposição e torcedores estão na bronca com Angelici: gastou muito dinheiro (US$ 5,5 milhões) em reforços, porém não conseguiu montar um time competente para disputar a Libertadores.

Você sabia que… o Grêmio faturou R$ 7 milhões com a venda de camisas no primeiro quadrimestre da temporada?

 ‘Bola de ouro’. Cueva. O peruano não está nem aí para o soberano São Paulo, que lhe paga religiosamente um belo salário para fazer a xepa – algo em torno de R$ 400 mil (sobe e desce dependendo da cotação do dólar). Cueva faz o que quer no clube. Já passou da hora de o Tricolor mandar o jogador catar coquinho em Machu Picchu.

Bola de latão. Elias. O meio-campista vive péssima fase no Galo. Ao ser substituído no jogo contra o San Lorenzo, pela Sul-americana, recebeu uma sonora vaia da torcida, que não sentirá a mínima saudade se o jogador deixar o clube.

Bola de lixo. Trogloditas ‘palmeirenses’. Vândalos travestidos de torcedores do Palmeiras ameaçaram o jornalista Carlos Cereto, do SporTV. Nos últimos tempos, os animais adotaram a política da intimidação aos profissionais que criticam o Palmeiras. Lamentável.

Bola sete. “O Corinthians precisa perder a ilusão de que pode atuar bem várias vezes seguidas com dois meias, sem centroavante. Outra ilusão é acreditar que o veterano Emerson, glamourizado durante a carreira pela fama de esperto e de malandro, possa ainda ser importante para o time” (do pequeno grande Tostão, na ‘Folha’ – acorda Carille!).

Dúvida pertinente. O ‘professor’ Diego Aguirre conseguirá colocar o soberano São Paulo novamente na rota do sucesso?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br

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Gol de canela tira soberano São Paulo do sufoco; Palmeiras mata o Coelho

Diego Souza comemora o gol marcado nesta quarta-feira à noite, no Morumbi
Diego Souza comemora o gol da vitória do Tricolor

O adversário, o Rosario Central, era o chamado mamão com açúcar, o inimigo ideal para o soberano São Paulo recuperar a estima com uma sonora goleada na Copa Sul-americana.

Os hermanos vinham de quatro coças seguidas no Campeonato Nacional, apenas um gol em 360 minutos e sem ‘professor’ titular após a demissão de Leo Fernandez.

A equipe tricolor, porém, decepcionou e sofreu para derrotar o 19º colocado do torneio argentino: 1 a 0, gol de canela de Diego Souza, no Morumbi (33.862 torcedores/R$ 755.365). O time voltou a vencer depois de quatro empates consecutivos na temporada e avançou à segunda fase da Sul-americana.

O início do São Paulo empolgou a galera. A equipe apertou os hermanos e criou boas chances para marcar. Aos 9 minutos, Reinaldo cruzou, Diego Souza ajeitou de cabeça e Petros, livre, chutou para fora.

A pressão continuou e, aos 20, o Tricolor desperdiçou outra ótima oportunidade. Nenê recebeu de Diego Souza na grande área, tentou colocar e o goleiro Ledesma fez grande defesa.

Aos poucos, o Rosario Central foi se acertando e conseguiu equilibrar as ações. No toque de bola, envolveu várias vezes os são-paulinos, que abdicaram do ataque e se mostraram ineficientes no meio de campo. Azar da defesa, que passou por maus bocados.

Lesionado, o zagueiro Anderson Martins foi substituído pelo competente Arboleta no intervalo. O Rosario voltou mais ousado no segundo tempo. Sentindo que o time estava precisando de mais talento, o ‘professor’ Diego Aguirre trocou Valdivia (muito disperso) pelo peruano Cueva.

Na sequência, os argentinos perderam uma boa chance com Pereyra. Aos 15, festa tricolor: Liziero serviu Reinaldo na esquerda, o lateral invadiu a área, chutou na trave e Diego Souza, de canela, aproveitou o rebote: 1 a 0.

Seis minutos depois, Diego Souza, machucado, saiu e entrou Tréllez. O Rosario partiu para o ataque, e Sidão evitou o empate aos 23. Em alguns momentos só deu ‘tiki-taka’ dos hermanos, com o Tricolor excessivamente recuado.

Os últimos momentos do embate foram dramáticos, já que Cueva e Petros foram expulsos. Mas aos trancos e barrancos, o time conseguiu garantir a vitória e a classificação à próxima fase da Sul-americana

Pela Copa do Brasil, o Palmeiras mostrou ao Coelho mineiro por que é atualmente o visitante mais mal-educado do ludopédio nacional. A equipe venceu por 2 a 1, no Independência (12.241 pagantes/R$ 132.987), e atingiu 84,4% de aproveitamento fora de casa – 12 triunfos, dois empates e apenas uma derrota em 15 jogos.

Com a vitória, o Palestra precisa apenas de um empate no segundo jogo do mata-mata, dia 23, na mansão Allianz Parque, para garantir uma vaga nas quartas de final. O América tem de ganhar ao menos por um gol de diferença para colocar a decisão na marca da cal. Neste ano, gol no campo do adversário não vale como critério de desempate.

Mesmo tendo um clássico contra o Corinthians pelo Brasileirão no fim de semana, no campo do coirmão, o ‘professor’ Roger Machado escalou a equipe titular. Muitos acreditavam que colocaria um misto quente.

O colombiano Borja foi destaque dos periquitos em revista. Depois de perder dois gols, o centroavante abriu o placar aos 37 minutos do primeiro tempo. Lucas Lima cruzou na medida e Borja estufou a rede. Foi o 11º gol do atacante em 20 jogos nesta temporada – em 2017, assinalou 10 em 43 duelos.

Na segunda etapa, aos 11 minutos, o colombiano atacou de garçom. Desceu pela direita e deixou Keno na cara do gol para aumentar a vantagem. O Coelho não jogou a toalha e diminuiu com Serginho, aos 28, após falha de Antônio Carlos (errou na saída de bola).

Animado, o time mineiro partiu para o ataque e deu sufoco no Palmeiras na bacia das almas, mas se mostrou incompetente para chegar ao empate. E ainda parou em uma grande defesa de Jailson.

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Pitaco do Chucky. Então, ficamos assim: muito chororô quando o assoprador de latinha erra contra, e silêncio sepulcral quando favorece. Não tem Dalai Lama na jogada.

‘O pau vai cantar’. A torcida do Saci colorado decidiu incentivar os jogadores no treino de quarta. Com baticundum, megafone e rojões, ficou em frente ao Beira-Rio entoando ‘não sejam mercenários, respeitem a torcida’, ‘sejam mais guerreiros’ e ‘se não ganhar, o pau vai cantar’. O próximo desafio do time será neste sábado, verdadeiro mel na torrada: Grêmio, dono do melhor futebol do país na atualidade. E na casa do coirmão.

Zé Corneta. Torcedores do soberano São Paulo contam os dias que faltam para abrir a janela de transferência na Europa, em julho: o zagueiro Rodrigo Caio garante que vai embora.

Dor de cotovelo. O presidente do Galo, Sérgio Sette Câmara, resolveu menosprezar a Sul-americana após o ‘oxo’ contra o San Lorenzo, no Horto, que eliminou o time mineiro. “A Sul-americana é a segunda divisão da Libertadores”, justificou o cartola, que apoiou a ideia do ‘professor interino’ Thiago Larghi de escalar nove reservas diante dos hermanos. Para o chefão, o torneio só ganhará respeito quando aumentar a premiação. A volta olímpica rende US$ 2,5 milhões, e o vice-campeonato, US$ 1,2 milhão, sem contar os cachês por fases. Antes da partida, uma pesquisa do ‘Superesportes’ indicou que 72% dos torcedores reprovavam a decisão do treinador, enquanto 28% entendiam que os titulares precisavam de descanso.

Sugismundo Freud. Quanto menor é o ego maior é a pessoa.

Zapping. O Fox Sports continuará soberano na Libertadores. A emissora ganhou a corrida para transmitir o torneio entre 2019 e 2022. Poderá escolher o primeiro e o terceiro jogo da semana. O SporTV ficará com a segunda e a quarta partida. A decisão será exclusiva do Fox. Na TV aberta, a plim plim segue reinando. A novidade é o Facebook, que poderá mostrar um jogo às quintas, mas só até as semifinais.

Zapping 2. À beira do precipício, o novo ‘Show do Esporte’, apresentado por Milton Neves, sofreu intervenção da Band. A emissora decidiu agir após o Ibope registrar 0,9 ponto de audiência na grande Pauliceia envolvida pela bandidagem. Os debates voltarão ao programa. Dá-lhe blá-blá-blá.

Dona Fifi. O grande Gilberto Gil, 75 anos, cantará em Moscou no dia da abertura da Copa, em 14 de junho. Ele aterrissará pela primeira vez na Rússia.

Super-City. Não tem nhenhenhém: o Manchester City segue triturando marcas. O time de Pep Guardiola venceu o Brighton por 3 a 1 e chegou a 105 gols na Premier League, novo recorde em uma temporada. Dinamitou a marca do Chelsea: 103 tentos no campeonato de 2017/18. Já campeão, o City atingiu 97 pontos em 37 jogos – maior pontuação da história do Campeonato Inglês, superando os 95 do Chelsea em 2004/05.

Gilete press. De Marluci Martins, no ‘Globo’: “A convocação da seleção brasileira na próxima segunda-feira para a Copa da Rússia virou evento dos mais disputados no calendário esportivo. O departamento de imprensa da CBF recebeu 325 pedidos de credenciamento. Mas no auditório, onde Tite anunciará sua lista, há apenas 160 assentos. O jeito vai ser transformar a recepção em um centro de mídia com telão para quem sobrar.” Oba-oba?

Tititi d’Aline. Depois de frequentar o bico da cegonha sem asas, com direito a ameaça de devolução ao Palmeiras sem carta de agradecimento, o atacante Róger Guedes deu a volta por cima e, hoje, é um dos principais valores do Galo. Nos últimos cinco jogos, ele marcou quatro gols. Guedes atribui a mudança de rumo, de vinagre para vinho, à família, Deus, companheiros e um papo cabeça com o auxiliar técnico e ex-bad boy Éder Aleixo, dono de um passado brilhante como atleta e colecionador de ‘causos’ pouco exemplares fora de campo.

Bola de ouro. Nenê Hilário. Aos 35 anos, o pivô é o Brasil na final da Conferência Oeste da NBA. O Houston Rockets fechou a série contra o Utah Jazz em 4 a 1. O brasileiro volta a uma final de conferência depois de nove anos. Em 2008/09, chegou com o Denver Nuggets. Na decisão, Nenê enfrentará o favorito Golden State Warriors, que despachou o New Orleans Pelicans, também por 4 a 1.

Bola de latão. Raposa. O pão de queijo abriu o jogo: detém apenas 25% dos direitos econômicos do uruguaio Arrascaeta, uma das estrelas do time. O Supermercados BH, do conselheiro Pedro Lourenço, possui 25%, e o Defensor Sporting, do Uruguai, seu ex-clube, 50%. Em 2015, o Cruzeiro comprou 50% da pizza Arrascaeta por 4 milhões de euros (R$ 12 milhões à época), graças a um empréstimo da rede de supermercados.

Bola de lixo. Criciúma e Boa. Carregam orgulhosos a lanterna de piores entre os piores nas duas principais divisões do Brasileiro. Até agora, não saborearam a conquista de um mísero pontinho.

Dúvida pertinente. O árbitro de vídeo vai tirar ‘o molho’ do futebol?

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Sanguessugas mamam R$ 1,2 milhão e Flamengo fica com apenas R$ 186 mil da renda

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    Torcida do Flamengo, um eterno show no ‘new Maraca’

O Flamengo continua sendo uma das grandes mães do ludopédio nacional. Sustenta um bando de parasitas que vive como sanguessugas em torno do bico dourado de uma chuteira.

Na quarta rodada do Brasileirão, o Urubu levou o maior público da temporada ao ‘new Maraca’. Mais de 60 mil torcedores assistiram à vitória sobre o Saci colorado por 2 a 0, na volta do peruano Guerrero após suspensão por doping.

A nação rubro-negra deixou R$ 1.415.585 nas bilheterias, mas os cofres da Gávea foram recheados com apenas R$ 186.675,98.

Os descontos chegaram a R$ 1.222138,39, sem contar o dindim para a fundação dos ex-atletas (R$ 3.868), escoteiros (R$ 1.934) e associação de cronistas esportivos (R$ 967).

O popular time dos engravatados de colarinho branco da ínclita federação carioca mordeu R$ 69.867 (taxa de 5% da renda bruta). Os assopradores de latinha levaram R$ 14.820, além de 20% do INSS sobre a arbitragem. O consórcio que administra o ‘templo da bola’ tupiniquim mamou R$ 250 mil apenas com o aluguel.

Outras tungadas: custo da infraestrura do estádio – R$ 81 mil; custo operacional do jogo – R$ 434 mil; contas de consumo – R$ 150 mil; bilhete promocional – R$ 18 mil; confecção, venda e pré-venda de ingressos – R$ 79 mil; bombeiros – R$ 3 mil; controle antidoping – R$ 5 mil; despesa operacional (mais uma) – R$ 20 mil.

E outros penduricalhos que reforçam a cantiga ‘ei você aí, me dá um dinheiro aí… ‘

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Pitaco do Chucky. Palmeiras paga a dívida financeira, mas Paulo Nobre continua como credor moral – simplesmente tirou o clube do buraco.

Saravá! O santo de Lucas Lima é forte no ninho dos periquitos em revista: Moisés, que assumiria a titularidade no meio de campo, sofreu uma lesão e só voltará depois da Copa. O venezuelano Guerra também se machucou quando tomaria o lugar do ex-santista. Sem contar Scarpa, envolvido em imbróglio judicial com o Fluminense. Agora, só falta Lucas Lima estrear para valer com a camisa do Palmeiras.

Zé Corneta. Que Luan que nada. Muito menos Geromel. Everton ‘Cebolinha’ é o cara do Grêmio.

Super-Timão.  A torcida corintiana pode ter esperança de um futuro brilhante pela frente. Graças à política do novo velho presidente Andrés Sanchez, o Corinthians de chapéu na mão adotou com extrema fidelidade o ‘bom e barato’. Depois de contratar Mateus Matias (ABC de Natal), Bruno Xavier e Thiaguinho (Nacional) e Gustavo Mosquito (Coxa), o clube está acertando com mais um ‘famoso quem?’, o atacante Pedrinho, 18 anos, do Oeste. Em 22 jogos neste ano, ele marcou cinco gols. Outra bomba: Fessin, 19, meia do ABC de Natal (nos últimos dois jogos ele ficou na reserva). O Corinthians deverá pagar R$ 2 milhões por 80% dos direitos econômicos.

Sugismundo Freud. Ingratidão de amigo dói mais que uma surra de inimigo.

Caça ao Flamengo… O Urubu segue voando na ponta do ranking digital brasileiro (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), mas a diferença para o Corinthians diminuiu. Na lista de março, o Rubro-negro liderava com uma vantagem de 143 mil inscritos; agora, em maio, tem pouco mais de 45 mil. O Flamengo acumula 20.397.534, contra 20.352.336 do Corinthians. Soberano São Paulo (13 milhões), Palmeiras (9,2 mi) e Peixe (7,4 mi) completam o top 5. O Grêmio, com 6,8 milhões, aparece em sexto lugar, à frente do Vasco (6 mi), Chape (5,9 mi), Raposa (5,8 mi) e Galo (5,5 mi).

Dona Fifi. Com a ajuda de Roger Gracie, foi fundada a Federação Real Marroquina de Jiu-Jítsu Brasileiro, no Marrocos. É um dos esportes que dão mais medalhas ao nosso país.

Pequeno gigante. Depois de levantar o Campeonato Francês, a Copa da Liga e a Supercopa do país, o PSG faturou o tetra na Copa da França, mas as maiores glórias foram para o adversário, o pequeno Les Herbiers, equipe semiprofissional que briga para evitar o rebaixamento na terceira divisão. O time perdeu por 2 a 0, gols de Lo Celso e Cavani. Na entrega da taça, o brasileiro Thiago Silva chamou o capitão adversário Flochon para também erguer o troféu. Enquanto Les Herbiers faz das tripas sem coração uma força hercúlea para arrecadar um milhão de euros por ano, o PSG investe 550 milhões de euros. Em um mês, Neymar recebe 50% a mais que toda a receita de uma temporada do time da cidade homônima de quase 16 mil habitantes, de acordo com a agência ‘Efe’.

Pequeno gigante 2. O lateral brasileiro Daniel Alves ganhou o 38º caneco em 17 anos de carreira, entre clubes e seleção. É o recordista de títulos, um a mais que Pelé. Neymar apareceu para a torcida pela primeira vez desde que regressou à França para terminar o processo de recuperação da cirurgia no pé. O brasileiro acompanhou o aquecimento do banco de reservas, depois assistiu ao jogo das tribunas e no fim foi cumprimentar os companheiros pela conquista do título. Colocou a camisa do PSG e participou da festa.

Zapping. O recado já chegou às emissoras brasileiras: 5 de junho é a data final para apresentar proposta de transmissão da Champions. A ESPN deu um bico na Copa da Rússia e na Libertadores para apostar alto no torneio.

Gilete press. De Marluci Martins, no ‘Globo’. Aos 21 anos, o capixaba Jussiê deixou o Cruzeiro para tentar a sorte no futebol francês. O Lens foi sua primeira experiência, e o Bordeaux, a casa definitiva, onde o meia jogou por nove anos até decidir pendurar as chuteiras, em 2016. Lá, ele descobriu uma paixão por vinhos que, há dois meses, se transformou em novo business: a ‘Juss Millésimes’, importadora com rótulos exclusivos da Borgonha e preços entre R$ 80 e R$ 1,5 mil por garrafa. O ex-jogador de 34 anos mora em Bordeaux.” Tintim!

Tititi d’Aline. De nada adiantou a pressão do soberano São Paulo, que o rebaixou à categoria de base: Marquinhos Cipriano, 19 anos, vai limpar o armário em setembro e se mandar para o Shakhtar Donetsk. O moleque já assinou um pré-contrato com o time da Ucrânia. Não renderá um centavo ao Tricolor. A cotação do atacante no mercado gira em torno de US$ 10 milhões (R$ 38 milhões). Parabéns, CA de Barros e Silva! É a glória, Raí!

Você sabia que… o Saci colorado não festeja um gol há 390 minutos, desde a partida com o Bahêa (2 a 0), em 15 de abril?

‘Bola de ouro’. ‘Segunda Campeã’. Armada pelo Circo Brasileiro de Futebol e pela plim-plim, ela tem sido uma decepção nas arquibancadas. Em cinco jogos, a média atingiu 7.272 pagantes, de acordo com o ‘sr.goool’. Só não é pior porque o soberano Tricolor levou 11.327 torcedores quando esteve em campo numa segunda.

Bola de latão. Arouca. Colocado a escanteio pelo ‘professor interino’ Thiago Larghi, o meio-campista de 31 anos deverá deixar o Galo. Arouca virou ‘opção da opção’. Emprestado pelo Palmeiras, disputou só oito jogos com Larghi. O Palestra paga parte da xepa do atleta. O Vasco está de olho no jogador.

Bola de lixo. Peixe. A cartolagem chegou à incrível conclusão que poderá exigir melhores resultados do elenco porque paga o salário em dia. É o fim da jaca queimada! Obrigação virou muleta para ameaça de calote.

Bola sete. “Uma camisa do Neymar, na loja oficial do Paris Saint-Germain, em Paris, custa 165 euros, coisa de uns R$ 750. Vende dezenas por dia” (de Ancelmo Gois, no ‘Globo’ – a turma do contra chora).

Dúvida pertinente. Grêmio, Palmeiras ou Flamengo, quem merece mais crédito?

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Palmeiras detona a invencibilidade do Furacão; misto do Corinthians fracassa

Palmeiras: vitória e segundo lugar no Brasileirão

O milionário Palmeiras aterrissou na Arena da Baixada (20.417 torcedores), embrulhou o ‘tiki-taka’ do Furacão e voltou para casa com uma importante vitória por 3 a 1, pela quarta rodada do Brasileirão.

De quebra, o Palestra acabou com uma invencibilidade de 17 jogos dos paranaenses em casa. Já o ‘professor’ Fernando Diniz sofreu a primeira coça depois de 10 partidas. Ou seja, o time paulista fez um ‘estrago geral’.

Até agora, o Palmeiras é o convidado mais ‘mal-educado’ da temporada. Em 14 duelos como visitante, coleciona 11 vitórias, dois empates e somente uma derrota. Aproveitamento de 83%. O Flamengo vem atrás, com 67%.

Com o resultado, o time paulista pulou para a segunda posição no campeonato. Tem oito pontos. O Flamengo, que bateu o Saci colorado por 2 a 0, lidera com 10.

Furacão e Palmeiras disputaram um primeiro tempo aquém da expectativa. Esperava-se muito mais das equipes pelo potencial que possuem, mas o que se viu, principalmente nos minutos iniciais, foi um futebol de baixa qualidade, recheado de faltas. Lesionado, Moisés saiu aos 7. Entrou Lucas Lima.

O time paranaense teve mais posse de bola, porém sem criar muitos problemas ao goleiro Jailson, a não ser em chutes de longa distância.

Mais eficientes e com toques rápidos, os periquitos em revista não se abalaram com o esquema ‘vamos em frente que atrás vem gente’, o ‘tiki-taka’ caboclo do ‘professor’ Fernando Diniz, souberam neutralizá-lo com marcação por pressão e terminaram a etapa inicial em vantagem.

Aos 43 minutos, Dudu recebeu na esquerda e lançou Keno na direita. O velocista palmeirense dominou no peito e rolou mansinho para Bruno Henrique, que chutou de primeira, sem chance para Santos. Um golaço.

O Furacão tentou apertar o Palmeiras no início do segundo tempo. O Palestra se fechou e adotou o contragolpe. Aos 5, Antônio Carlos pegou Pablo na área, os paranaenses pediram pênalti, mas o confuso assoprador de latinha Cláudio Francisco Lima e Silva mandou o jogo seguir.

Jonathan substituiu Lucho Gonzalez aos 11. Não adiantou muito, porque Marcos Rocha fez o segundo gol do Palmeiras aos 14. Dudu soltou uma bomba, Santos espalmou e o lateral pegou o rebote de primeira.

A equipe paranaense procurou diminuir o prejuízo e aí encontrou pela frente o paredão Jailson. Aos 25, outra troca no Furacão: Carleto por Bergson. Na sequência, o ‘professor’ Roger Machado sacou Keno e colocou Hyoran, enquanto o Furacão tirou Rossetto e pôs Renan Ludi.

Amarelado e fora do clássico contra o Corinthians, no próximo fim de semana, Felipe Melo deu o lugar para Thiago Santos, aos 37. Senhor da partida, o Palmeiras fez o terceiro aos 39, com Willian. A torcida passou a gritar ‘olé’. Na bacia das almas, aos 44, Pablo descontou para o Furacão.

No café da manhã do Brasileirão, com 40.350 convidados (R$ 2.416.706,37) no Itaquerão, minha casa minha vida, o Corinthians voltou a decepcionar a Fiel.

Com um time misto, apenas empatou em 1 a 1 contra o Ceará, uma das piores equipes do campeonato – dois pontos em 12 possíveis (dois empates e duas derrotas), somente um gol marcado e seis contra, aproveitamento de 16,7%.

Em três confrontos contra o Ceará como mandante, o Corinthians não conseguiu festejar uma vitória. Em 2010 e 2011, os jogos terminaram 2 a 2.

Sem Balbuena, Rodriguinho, Romero (poupados), Fagner, Ralf e Clayson (lesionados), o Corinthians completou quatro partidas sem triunfar. Antes, havia empatado com Vitória (Copa do Brasil) e levado bucha de Galo (Brasileirão) e Independiente (Libertadores). A equipe tem sete pontos.

Jadson e Mateus Vital começaram no banco e entraram ao logo do embate. O meia substituiu o ‘vovô’ Danilo, que sentiu uma contusão, aos 27 minutos do primeiro tempo. Já Mateus Vital pintou aos 11 do segundo, no lugar do inoperante Marquinhos Gabriel. Uma alteração aplaudida pela torcida, não pela presença de Mateus Vital, mas pela saída do atacante.

O resultado refletiu o equilíbrio entre as equipes, com muitos erros e pouca criatividade. O Ceará saiu na frente, com um golaço de Wescley. Aos 8 minutos de jogo, o atacante recebeu de Élton, dominou no peito e fuzilou de fora da área, surpreendendo Cássio, que estava adiantado. O Corinthians empatou aos 38: Jadson cobrou escanteio e o zagueiro Henrique conferiu de cabeça.

O destaque corintiano foi o garoto Pedrinho, que deu muito trabalho à zaga cearense até ser substituído por Emerson ‘Bitoca’ aos 34 da etapa final.

Pedrinho sofreu um pênalti na segunda etapa, porém sua senhoria, o assoprador de latinha Savio Pereira Sampaio, nada marcou. E, autoritário, ainda deu cartão amarelo ao xodó da Fiel.

O centroavante Roger estreou no Corinthians. Uma atuação apenas discreta, com direito a perder um gol incrível aos 36 do segundo. Jadson cruzou e Roger, sozinho, cabeceou para fora. Melhor chance de um duelo com raras emoções.

O meio-campista Maicon marcou dois gols no show do Grêmio

Em Porto Alegre, o Grêmio colocou o Peixe na roda e goleou por 5 a 1. O imortal deu um show na Arena (27.844 torcedores/R$ 822.966), com direito a gritos de ‘olé’ desde os 20 minutos do segundo tempo.

Maicon (dois), Everton, André e Arthur garantiram os três pontos que levaram o Grêmio ao quinto lugar na tabela, com sete.

Jean Mota marcou para o Santos após o time gaúcho abrir o placar, com um chutaço de Maicon aos 30 do primeiro tempo. O goleiro Marcelo Grohe voltou a buscar uma bola no fundo da rede depois de 870 minutos. O Peixe soma apenas três pontos e flerta com a zona do agrião queimado.

No final da partida, o goleiro Vanderlei e o volante Alisson discutiram asperamente, com troca de ‘amabilidades’ cara a cara. Segundo o zagueiro David Braz, a briga foi resultado da indignação pelo chocolate em campo.

Uma faixa de apoio ao ex-presidente Lula, preso em Curitiba, foi estendida nas arquibancadas e retirada rapidamente, sob a alegação de tratar-se de manifestação política, o que é absurdamente proibido no futebol.

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Pitaco do Chucky. Torcida palmeirense anda mais feliz que mosca em tampa de açucareiro.

Orgulho e paixão. Meia volta volver, nem pensar. O mandachuva e raios do Palmeiras, Mauricio Galiotte, decidiu pegar o boi a unha ao som da tarantela: convocado pela samaritana FPF para depor nesta segunda, por ‘conduta contrária à disciplina e à ética desportiva’ na final com o Corinthians, ele já avisou que ficará assistindo à ‘Sessão da Tarde’ – certamente muito mais produtiva. “Não irei. A forma como o tribunal tem atuado para apurar a verdade não merece a minha presença”, fuzilou Galiotte.

Orgulho e paixão. 2. Até agora, o Periquito só levou bala do TJD na briga para impugnar o jogo contra o Corinthians na decisão do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. O presidente do TJD, o delegado Antonio Olim, contra-atacou: “A federação é tão profissional que não vai dar o título pro Palmeiras e pra nenhum clube no grito. Quer ganhar, vai ganhar na bola.”

Zé Corneta. Nada mais ridículo do que ‘professores’ e jornalistas chamarem times reservas de equipes alternativas.

Xepa em discussão. Queda de braço no aquário da Vila Belmiro. O meio-campista Léo Cittadini quer mais de R$ 300 mil por mês para renovar contrato, mas o Peixe só admite pagar R$ 150 mil para a xepa, mais um reforço de produtividade, dependendo dos jogos como titular. Chegaria, no máximo, a R$ 250 mil. O jogador teria uma proposta superior a R$ 500 mil mensais do Pumas, do México.

Sugismundo Freud. É inquestionável: a primeira amnésia ninguém esquece.

Chapéu espanhol. O Real Madrid trabalhou em surdina e levou mais uma jovem promessa da pátria das chuteiras furadas: o meia-atacante Rodrigo, 18 anos. Deverá pagar R$ 18 milhões ao Novorizontino. O olho gordo dos espanhóis cresceu no Mundial de clubes sub-17, na Espanha. Rodrigo atuou por empréstimo pelo Palmeiras. Marcou cinco gols em cinco jogos. Apesar da boa exibição do garoto no torneio, o Palestra não exerceu a prioridade de compra. Rodrigo assinou por cinco temporadas e será escalado inicialmente no time B dos merengues.

Zapping. Expectativa toma conta da telinha esportiva: a qualquer momento serão anunciados os vencedores para transmitir a Libertadores entre 2019/22.

Gilete press. De Flávio Ricco, no ‘Uol’: “O médico Dráuzio Varella e o comentarista Casagrande estão juntos em um novo projeto da Globo. Eles começaram as gravações de uma nova série do ‘Fantástico’ que, em quatro episódios, mostrará a experiência do ex-jogador e de outros personagens em diferentes momentos do tratamento de reabilitação para vencer o vício das drogas. A série deverá estrear no dia 20.” Plim plim.

Tititi d’Aline. Os gigantes europeus estão transformando a Champions numa competição mamão com açúcar. De acordo com levantamento do CIES (observatório de futebol), a competitividade do torneio vem desaparecendo por causa da diferença técnica entre as equipes. Quase um terço das partidas deste ano terminou com três ou mais gols de vantagem para os bambambãs – 29,5%, contra 21% na última temporada. O CIES analisou 29 campeonatos e concluiu que o número de ‘jogos muito desiguais’ cresceu em 20 deles, com os times de elite destruindo os primos pobres.

Você sabia que… o ‘vovô’ Danilo, 38 anos, disputou 330 jogos, marcou 31 gols e ganhou oito títulos com a camisa do Corinthians?

Bola de ouro. Palmeiras. Nenhum visitante é tão indigesto quanto o Periquito: 11 vitórias, dois empates e somente uma derrota nesta temporada. Aproveitamento de 83%. De mansinho, o ‘professor’ Roger Machado vai se impondo. Menção honrosa. Flamengo. Na volta de Guerrero depois de quase sete meses cumprindo suspensão por doping, o Urubu derrubou o Saci colorado e manteve a liderança. Recorde de público no ‘new Maraca’: 60.182 pessoas (55.283 pagantes/R$ 1.415.585).

Bola de latão. Corinthians. Entrou em parafuso: quatro jogos sem vencer. Cartolagem reforçou o time com jogadores de qualidade duvidosa e agora a Fiel está pagando o pato.

Bola de lixo. Barça/Real. Além da técnica, a violência também entrou em campo no clássico espanhol. O jogo (2 a 2) foi recheado de discussões e até agressão de Sergi Roberto no brasileiro Marcelo. O atleta do Barça deu um soco no lateral e foi expulso. Já Paulinho deu um ‘chega pra lá’ em Lucas Vasquez. Jordi Alba, por sua vez, pegou Modric pelo pescoço e levou uma discreta bofetada do croata.

Bola sete. “Os interesses coletivos, sociais ou esportivos há muito deixaram de ser uma prioridade para quem vive na (ou da) política vascaína. O objetivo dessa gente é tão somente chegar, manter e desfrutar do poder pelo poder. Custe o que custar, independentemente do que é bom ou ruim para o clube” (de Luiz Gomes, no ‘Lance’ – na mosca).

Dúvida pertinente. Vasco nos bastidores: gigante ou anão da Colina?

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Soberano Tricolor completa três jogos sem vencer o Galo no Morumbi pelo Brasileirão

Everton (centro) comemora gol com Nenê (esq.) e Jucilei (Foto: Flavio Florido/BP Filmes)
Nenê, Everton e Jucilei comemoram o primeiro gol do São Paulo

Soberano São Paulo e Galo abriram a quarta rodada do Brasileirão com empate em 2 a 2, no Morumbi (31.976 pagantes/R$ 788.822). O jogo foi agradável, principalmente no segundo tempo, quando saíram três gols.

O Tricolor completou três partidas em casa sem derrotar o coirmão mineiro. Em 2016 e 2017, perdeu por 2 a 1.

Após quatro jogos, o São Paulo ocupa a sexta colocação na tabela, seis pontos. O Galo está em terceiro, com sete, mesmo número que Flamengo (líder) e Vasco (goleou o Coelho mineiro por 4 a 1). Perde no saldo de gols.

São Paulo e Galo disputaram um primeiro tempo equilibrado. O Tricolor só levou vantagem no placar porque soube aproveitar a chance que teve.

O Galo poderia ter inaugurado o marcador aos 14, antes da festa são-paulina, mas Sidão evitou o gol, num chute à queima-roupa de Róger Guedes.

A equipe paulista encaçapou os mineiros aos 24 minutos: Régis cruzou na área, Leonardo Silva afastou e a bola sobrou para Everton, que chutou no canto direito de Victor. Primeiro tento de Everton com a camisa do Tricolor.

O Galo não se abalou e continuou tocando bem a bola. Porém não soube traduzir em gol o melhor desempenho. O resultado mais justo seria o empate, se houvesse justiça no futebol.

O São Paulo voltou do vestiário com Marcos Guilherme no lugar de Bruno Alves, enquanto o Galo trocou Otero por Cazares.

Aos 10, o Tricolor sofreu uma terrível baixa: Nenê, destaque da peça ofensiva, sentiu uma lesão e foi substituído por Liziero. No time mineiro, Elias entrou e saiu Luan, que não gostou da mudança.

Os mineiros cresceram, acuaram o São Paulo e chegaram ao empate aos 25: Blanco lançou Róger Guedes, que fuzilou Sidão.

Oito minutos depois, nova alteração do ‘professor’ Diego Aguirre: Cueva no lugar de Hudson. Na sequência, a virada dos mineiros: após escanteio, Ricardo Oliveira conferiu para a rede.

O Galo ainda vibrava com o gol quando Diego Souza recebeu um bolão de Cueva e empatou. O jogo pegou fogo, com as duas equipes abrindo a guarda e oferecendo boas emoções. Mas o placar permaneceu 2 a 2.

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Pitaco do Chucky. Você, empresário, investiria num clube constantemente invadido por marginais da organizada?

Fora de combate. Festa no PSG só até a página dois. O craque Neymar retornou ao clube, mas só deverá correr atrás da bola com a camisa da amarelinha desbotada. O último jogo do time francês será contra o Caen, dia 19. Até lá, o craque dificilmente estará 100%. Em junho, a equipe nacional jogará amistosos com a Croácia e Áustria. O brasileiro se recupera de uma cirurgia no pé direito. Por enquanto, só faz trabalhos de fortalecimento na academia. Fora de campo, Neymar participará de uma série de ações do PSG.

Zé Corneta. O ambiente no Vasco anda mais quente que frigideira sem cabo.

Geraldinos… Mais um sensacional gol contra da incompetência que se apoderou do país do penta. Mais uma vitória de 7 a 1 dos engomadinhos de colarinho branco que tomaram de assalto, literalmente, o poder. Última pesquisa do Datafolha mostra que nada menos do que 41% dos brasileiros não têm interesse pelo ludopédio – há oito anos eram 31%. Já o índice de torcedores que são apaixonados pela redondinha aponta queda de 32% para 26%. E com pequeno amor, de 16% para 9%. Na pesquisa com 2.826 pessoas em 174 municípios, entre 29 e 30 de janeiro, cresce minimamente a percentagem entre os que dizem ter médio interesse, de 22% para 23%. Entre as mulheres, 56% garantem não estar nem aí para o futebol; entre os homens, 24%.

… e Arquibaldos. De acordo com o Datafolha, os mais pobres, com renda familiar de até dois salários mínimos, são os mais desinteressados, com 45%, oito pontos percentuais a mais dos que recebem de dois a cinco salários mínimos. Ou seja, o futebol já deixou de ser a alegria do povo, dos ‘Geraldinos’ e ‘Arquibaldos’. Quanto à Copa do Mundo, 42% dizem estar pouco se lixando para o torneio da Rússia. O badminton comemora a numerologia. E o campeonato de cuspe acredita estar no caminho certo para chegar ao pódio.

Sugismundo Freud. Ingratidão, sinônimo de caráter pobre e solidão no futuro.

Desafio ao Peixe. O goleiro Marcelo Grohe promete receber o Peixe de braços abertos neste domingo, em Porto Alegre: há 835 minutos não toma um gol. Outra pequena lembrança: o time santista nunca venceu na Arena do imortal. Acumula três empates e duas derrotas.

Dona Fifi. Não vai adiantar nada o árbitro de vídeo: o coração do VAR já está comprometido com Corinthians e Flamengo.

Selvageria. Mais um sábado de horror na pátria das chuteiras furadas. Pela manhã, briga entre vândalos da Ponte e do Guarani deixou como saldo um morto, Leonardo Bernardes, integrante de uma horda de anjinhos da Macaca organizada pelo diabo. Segundo a PM, Bernardes foi atingido por um tiro. À tarde, no Serra Dourada, o clássico Goiás 1 x 3 Vila Nova terminou com pancadaria entre torcedores do Periquito goiano e a polícia. As arquibancadas viraram praça de guerra, com a PM distribuindo spray de pimenta e balas de borracha. Um dos torcedores foi flagrado pela TV com uma arma. Pouco depois, ele apareceu conversando numa boa com policiais. Estando bem para ambas as partes, viva a impunidade.

Dial. A Jovem Pan parece ter assumido as cores são-paulinas. Rasgou os maiores elogios ao time após o jogo contra o Galo, contrariando a própria torcida.

Gilete press. De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Ufa! Finalmente, o São Paulo receberá a chamada Taça das Bolinhas. É que, como se sabe, superados os embargos dos embargos, o STF confirmou que o Sport é o campeão brasileiro de 1987. A CBF acaba de ser notificada. Com isso, o vistoso troféu, criado para ser entregue em definitivo ao primeiro clube cinco vezes campeão brasileiro, vai para o Tricolor. A taça, hoje acautelada na Caixa Econômica do Rio, foi levantada pelo Flamengo após a conquista do campeonato de 1992 (o penta do Mengão de Júnior e Gaúcho). Mas como o título de 1987 era contestado, o Rubro-Negro não ficou com o caneco, e a briga começou. Já o São Paulo faturou seu quinto Brasileirão em 2007 e, para a CBF, é o primeiro penta do Brasil.” Festa na Paulista?

Caiu na rede. Lateral Egídio, do Cruzeiro, já pode atacar de pai de santo: acertou três passes contra o Vasco.

Tititi d’Aline. Depois de encantar a galera com quatro gols nos primeiros quatro jogos, Gabigol deixou de ser ‘o cara’ no Peixe. Boa parte da torcida quer vê-lo com no banco de reservas. Nas últimas 10 partidas, ele correu para o abraço apenas uma vez. Contratado por empréstimo até dezembro (R$ 6,6 milhões), o jogador ganha R$ 600 mil para a xepa e já sentiu que a barra está pesada. Quer voltar à Inter de Milão.

Você sabia que… o meio-campista Arthur, do Grêmio, acertou 937 passes (97% de aproveitamento) e errou apenas 24 em 13 jogos neste ano?

‘Bola de ouro’. Botafogo. Cinco jogadores da base estão com sarna. Três deles residem no alojamento do clube, em Caio Martins, segundo informação de Marluci Martins, no ‘Globo’. A molecada está com bolhas e coceira em todo o corpo. Há coisas que só acontecem mesmo no Botafogo.

Bola de latão. Marllon. Contratado por indicação do ‘olheiro’ e novo velho presidente Andrés Sanchez, o zagueiro dificilmente vingará no Corinthians. Até agora, Marllon só provocou sorrisos amarelos da comissão técnica. Furo n’água.

Bola de lixo. Caio Godoy. O bicampeão brasileiro de estrada da categoria sub-23 foi suspenso provisoriamente por doping pela confederação de ciclismo. Ele admitiu ter tomado um chá de erva-mate com uma garota, durante a Volta do Uruguai, e o teste acusou folhas de coca e maconha. Caio Godoy, da equipe Funvic, pode pegar até quatro anos de gancho.

Bola sete. “Estou com 60 anos e desde os 15 luto para popularizar a ginástica. Esses casos de pedofilia são péssimos. Que pai vai deixar o filho ser ginasta?” (da treinadora Georgette Vidor, uma das mais respeitadas do país – lamentável).

Dúvida pertinente. O Palmeiras tem ou não o melhor elenco do futebol brasileiro?

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Palmeiras nem precisa dos titulares para liquidar peruanos e garantir primeiro lugar no grupo

Palmeiras: 3 a 1 em Lima e primeiro lugar garantido na chave

Missão cumprida: Palmeiras supera o Alianza Lima por 3 a 1, no Peru, e volta para casa com o primeiro lugar garantido no grupo 8 – 13 pontos em 15 possíveis, quatro vitórias (três fora de casa) e um empate, 11 gols a favor e apenas dois contra. Aproveitamento de 86,7%.

Detalhe: no duelo contra os peruanos, que entraram em campo com seis derrotas nas últimas oito partidas, o ‘professor’ Roger Machado decidiu rodar o elenco palmeirense e escalou apenas dois titulares, Jailson e Borja.

Dudu, Lucas Lima, Diogo Barbosa e Bruno Henrique ficaram no banco de reservas. Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos, Felipe Melo e Keno nem viajaram. Foram poupados para o jogo com o Furacão, domingo, em Curitiba, pelo Brasileirão.

Se vencer o último jogo da fase de grupos, contra o Junior Barranquilla, na mansão Allianz Parque, dia 16, o Palestra garantirá o primeiro lugar na classificação geral. Prêmio: jogará sempre a segunda partida do mata-mata em casa. Os confrontos serão sorteados.

Mesmo com nove reservas, o Palmeiras dominou fácil o limitado Alianza Lima. Alugou praticamente o meio-campo ao longo dos 45 minutos iniciais.

Sob o comando do maestro Moisés, o Palestra marcou dois gols, mas poderia ter conquistado um placar mais elevado tal a tranquilidade que encontrou para se impor em campo.

Envolveu os peruanos com toques eficientes, velocidade e troca constante de posições. A festa dos periquitos em revista começou aos 19: Borja ganhou a disputa com um adversário e passou a Moisés, que deixou Willian na cara do gol. Um a zero mais que merecido.

O Palmeiras manteve o controle da partida e assinalou o segundo aos 31: o talentoso Moisés deu ótimo passe de letra para Hyoran fuzilar o goleiro Campos. Perdido, o Alianza arriscou alguns chutes de fora da área, sem incomodar o espectador Jailson.

A equipe paulista diminuiu o ritmo no segundo tempo, mas continuou dona do jogo. E, aos 21, ampliou o marcador. Após boa jogada pela direita entre Willian e Mayke, o lateral deixou Borja em excelente condição para estufar a rede.

Quatro minutos depois, euforia nas arquibancadas do estádio: Thiago Martins derrubou Hohberg na grande área e sua senhoria, o assoprador de latinha Gery Vargas, deu pênalti. Cruzado cobrou e marcou o primeiro gol do Alianza na Libertadores. Fim da ‘virgindade’.

Aos 35, o ‘professor’ Roger Machado sacou Borja e colocou Deyverson. Apesar de ter feito o terceiro gol palmeirense, o colombiano voltou a decepcionar, mesmo diante de uma defesa vulnerável. Na bacia das almas, Emerson Santos entrou no lugar de Luan e Diogo Barbosa no de Hyoran.

O Palmeiras lidera a chave com 13 pontos. O Junior Barranquilla está em segundo, com sete, um à frente do Boca Juniors. O Alianza carrega a lanterna, com um.

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Pitaco do Chucky. Só pode criticar quem está com o IPVA pago, o IR em dia e é amigo do ministro.

Que pobreza! Não está nada fácil a vida do Manchester City. O clube inglês teve que se virar nos 30 para sobreviver na última década: investiu apenas 1,5 bilhão de euros (R$ 6,7 bilhões) em contratações. O levantamento é do jornal ‘La Gazzetta dello Sport’. Só na temporada 2017/18, o City gastou 317 milhões de euros (R$ 1,3 bilhão). A dança dos centavos nos últimos 10 anos (em euros):

1) Manchester City – 1,58 bilhão (R$ 6,7 bilhões)
2) Barcelona – 1,15 bilhão (R$ 4,9 bilhões)
PSG – 1,15 bilhão (R$ 4,9 bilhões)
4) Chelsea – 1,13 bilhão (R$ 4,8 bilhões)
5) Manchester United – 1,01 bilhão (R$ 4,3 bilhões)
6) Real Madrid – 972 milhões (R$ 4,13 bilhões)

Zé Corneta. Se após três rodadas o chororô do apito amigo já roubou o espetáculo no Brasileirão, daqui a 30 jornadas o circo vai pegar fogo.

Zapping. A plim plim festeja a superquarta: duelo Corinthians x Independiente, pela Libertadores, rendeu 32,5 pontos no ibope da grande Pauliceia abandonada à bandidagem. É recorde do futebol às quartas e a média mais alta do torneio em São Paulo. Na Cidade Maravilhosa das balas voadoras, Vasco x Raposa obteve 29. Roma x Liverpool, pela Champions, amealhou 15,6 pontos na plim plim, e 3,4 na Band. Cada ponto em SP corresponde a 71,8 mil domicílios sintonizados; no RJ, 45 mil.

Sugismundo Freud. Tem indireta que é direta.

Boca de urna. Fim do suspense: Bernardinho deu uma cortada no sonho de sair candidato ao governo do Rio pelo Partido Novo. Prevaleceu a vontade da mulher, Fernanda Venturini. O papa-títulos do vôlei será ‘embaixador’ e ‘técnico’ do partido pelo país.

Caiu na rede. Alto-falantes do Itaquerão informam: Independiente 2 x 1 Dependente da Arbitragem.

Muralha. Aleluia: o goleiro Alex Muralha voltou a pegar um pênalti após jejum de mais de dois anos. Ele evitou o gol com o pé depois de pular para o lado esquerdo. A última vez havia sido em 5 de março de 2016, quando o Flamengo venceu o Bangu por 3 a 1. O brasileiro foi o destaque da vitória do Albirez Niigata sobre o Kanazawa por 3 a 2, pela segunda divisão japonesa.

Gilete press. De Mário Marra, no ‘Lance’: “A CBF, diferentemente de qualquer empresa séria, não se sente na obrigação de cuidar de sua imagem. Viu seus últimos presidentes saírem pela porta dos fundos, mas não vem a público, talvez através de um comunicado oficial, se explicar ou se desculpar pela vergonha que é ter seus líderes envolvidos em escândalos.” No alvo.

Tiro curto. Tem coluna do Malia, segunda e sexta, no ‘ultrajano.com.br’ 

Tititi d’Aline. Autor de dois gols e melhor em campo na vitória da Raposa sobre o Vasco (4 a 0), o atacante Sassá comemorou a exibição numa boate na Barra da Tijuca. Ao lado de amigos, homenageou os coirmãos vascaínos fazendo o número quatro com os dedos em várias fotos. Boa parte dos presentes decidiu chamá-lo de ‘Sassah’, numa comparação ao egípcio Salah, estrela do Liverpool.

Você sabia que… o Galo, adversário do soberano Tricolor neste sábado, não vence como visitante há quatro jogos?

Bola de ouro. Renato Gaúcho. Âo, ão, ão, Renato é seleção. O ‘professor’ está provando no Grêmio que futebol também se aprende na praia. Não precisa viajar à Europa. Na próxima semana, os artistas Theo Felizzola, Iouri Petrov e Jamil Fraga começarão a trabalhar na estátua que Renato ganhará no clube. Ela terá 250 quilos de bronze e 2,20m de altura. Deverá ser inaugurada em setembro, quando o imortal completará 115 anos.

Bola de latão. Emerson ‘Bitoca’. Um irresponsável juvenil de 39 anos. Entrou aos 33 do segundo tempo, deu uma ‘chinelada’ num hermano do Independiente e foi expulso. Ficou menos de dois minutos em campo a serviço do Corinthians. Não chegou a tocar na bola. Patético!

Bola de lixo. Vasco. Uma histórica participação na Libertadores: eliminado antecipadamente com a pior campanha de uma equipe brasileira na fase de grupos em 16 anos. Faltando uma rodada, ganhou apenas dois pontos em 15 possíveis. Marcou um gol e levou 10. Tomou duas goleadas de 4 a 0.

Bola sete. “As críticas que os jogadores estão fazendo à arbitragem nas redes sociais também estão sendo lidas pelos procuradores do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O órgão vem analisando os comentários no Facebook, Instagram e Twitter, e pode denunciar os reclamões” (de Gonçalo Junior, no ‘Estadão’ – procurando pelo em ovo).

Dúvida pertinente. A receita no futebol é do clube ou do empresário?

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Corinthians apanha dos hermanos, toma vaia e grupo da Libertadores fica embolado

Corinthians, uma decepção: Romero, de cabeça, marca contra 

Em uma noite para esquecer, o Corinthians levou bala do Independiente e perdeu a chance de encaminhar a classificação para as oitavas de final da Lubertadores.

Mais desligado que rádio sem pilha, o time tomou um banho de bola no primeiro tempo, quando escapou de uma goleada. No final do duelo, saiu de campo vaiado pela Fiel.

Emerson ‘Bitoca’ entrou aos 33 do segundo tempo e ficou pouco mais de um minuto em campo. Deu um pontapé em Sanchez e foi expulso. Não chegou a tocar na bola. Papelão merecedor de uma pesada punição.

Apesar da derrota por 2 a 1, no Itaquerão, minha casa minha vida (34.287 pagantes/R$ 2.415.956,35), o Corinthians continua na liderança do grupo 7, com sete pontos, um à frente do Independiente e Deportivo Lara, da Venezuela. O Millonarios, da Colômbia, soma quatro.

No próximo dia 17, fora de casa, o time paulista visitará o Lara. O Independiente jogará contra o Millonarios, também no campo do adversário.

O Independiente engoliu o Corinthians no primeiro tempo. Mandou na partida desde o início. Abriu o placar aos 2: trocou passes com incrível liberdade pelo lado direito, obrigou Cássio a fazer grande defesa com os pés e Benitez, no rebote, estufou a rede.

Quatro minutos depois, o goleiro corintiano evitou o segundo gol dos argentinos em arremate de Meza. Dono da situação, o Independiente explorou muito bem as laterais, com Meza fazendo a festa.

Sem inspiração, o Corinthians foi uma presa fácil para os hermanos. Que, aos 24, aumentaram o placar. Após cobrança de escanteio, o paraguaio Romero marcou contra de cabeça.

Depois de um festival de passes errados, o Corinthians mostrou um pouco de competência, aos 31: Romero deixou um argentino na saudade e tocou livre para Jadson diminuir o placar. Primeira boa jogada da equipe.

Aos 35, sua senhoria, o assoprador de apito Victor Carrillo, anulou um gol dos argentinos depois da cobrança de uma falta. Inventou um empurrão em Rodriguinho. Aos trancos e barrancos, os corintianos tentaram chegar inutilmente ao empate.

O Corinthians voltou para o segundo tempo com Marquinhos Gabriel no lugar de Mateus Vidal, fraquíssimo como todo o time. Houve uma melhora de produção, mas a equipe continuou errando muitos passes.

Irritada, a Fiel pediu o garoto Pedrinho. O ‘professor’ Fabio Carrille atendeu e sacou Sidcley, passando Maycon para a lateral esquerda. O Independiente recuou para tentar explorar os contragolpes. Com Pedrinho, o Corinthians passou a incomodar muito mais os hermanos.

Aos 33, Emerson ‘Bitoca’ substituiu Jadson. Na sequência, irresponsavelmente, quando a bola já estava parada, chutou Sanchez e foi expulso. Ridículo! Merecedor de uma multa. Emerson ‘Bitoca’ ficou pouco mais de um minuto em campo. Não pegou na bola.

Se a situação corintiana já estava complicada, com um a menos ficou ainda pior. No desespero, o zagueiro Balbuena se transformou em um inútil centroavante. Derrota consumada, vaias da Fiel ao péssimo espetáculo apresentado pelo time. Primeira derrota na Libertadores. Merecida.

Em São Januário (12.624 pagantes/R$ 657.278,35), a Raposa deixou o Vasco de quatro, com gols de Léo, Thiago Neves e Sassá (dois). Com a derrota por 4 a 0, o time carioca não tem mais chances de classificação no grupo 5. Soma apenas dois pontos.

O pão de queijo lidera com oito. Racing (oito) e Universidad de Chile (cinco) completam a chave. Argentinos e chilenos jogarão nesta quinta.

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Pitaco do Chucky. É o fim do mundo: roubaram as placas de identificação do craque Zizinho no cemitério de Niterói.

‘Orelhuda’. Real Madrid e Liverpool voltarão a se encontrar numa final de Champions depois de 37 anos. Na temporada 1980/81, a equipe inglesa venceu por 1 a 0, gol do lateral Kennedy, em Paris. O Liverpool chegou à decisão mesmo perdendo para a Roma por 4 a 2, no segundo duelo do tira-teima – a equipe havia vencido em casa por 5 a 2. O time coleciona nove vitórias, quatro empates e uma derrota. Assinalou 46 gols (melhor ataque do torneio) e sofreu 16. O Liverpool lutará pelo sexto caneco. O Real Madrid carrega oito triunfos, dois empates e duas coças no bico da chuteira. Marcou 30 gols e sofreu 15. CR7, Marcelo & Cia. brigarão pelo 13º título – são os maiores vencedores da ‘Orelhuda’. Desde o penta entre 1955/56 e 1959/1960, o Real Madrid jamais conseguiu emendar três títulos seguidos na Champions. A final acontecerá no dia 26, em Kiev, na Ucrânia.

Zé Corneta. A mídia gaúcha está ensandecida com o Grêmio: sugere até cobrança de couvert artístico nos jogos do imortal na Arena.

‘Vovôs’ em ação. Pode ser apenas mais um dos muitos sonhos que costumam acompanhar o planeta bola. O embrião foi lançado no aquário da Vila Belmiro. O Santos Classics enfrentou uma equipe formada por sócios escolhidos a dedo pelo ‘professor’ Jair Ventura, ou melhor, após análise de vídeo com 40 embaixadinhas. O Santos Classics venceu o desafio por 8 a 1. Apesar da coça, o time de sócios saiu bem na fita. Pôde usar o vestiário principal do estádio, tirou foto em posição oficial (além de inúmeras selfies), teve torcida nas arquibancadas e assopradores de latinha. Enfim, um dia inesquecível aos sócios.

‘Vovôs’ em ação 2. Formado por ex-jogadores, o Santos Classic pretende se exibir em jogos pelo país. Uma espécie de Globetrotters de ‘vovôs’ do ludopédio, com Serginho Chulapa, Guga, Marcelo Passos, Edu, Almir, Deivid, Camanducaia e outros que marcaram território na história do Peixe. O Santos Classics quer seguir os mesmos passos do Barcelona Legends, que atrai milhares de torcedores ao Camp Nou quando reúne feras que defenderam a equipe, como Rivaldo e o foto Ronaldo. Por enquanto, não há cachê para ninguém.

Sugismundo Freud. Só muda a história quem tem história.

Apito trapalhão. Os assopradores de latinha são fogo no papel queimado. O colombiano Wilmar Roldan, que apitou a derrota do Peixe para o Nacional, expulsou o santista Léo Cittadini quando já estava no vestiário. Explica-se a lambança: Léo Cittadini tomou dois cartões amarelos, mas continuou em campo até o final da partida. Ao perceber a incrível trapalhada, Roldan foi até o vestiário do Santos, que se preparava para deixar o estádio, e aplicou o vermelho ao jogador. Cittadini agora terá de cumprir suspensão no embate com o Real Garcilaso, no Pacaembu, dia 24.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). Após se classificar com a ajuda da arbitragem, Real é chamado de Corinthians de Madrid.

Zapping. O Fox Sports gosta de grandes emoções: contratou o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo para comentar os jogos da Copa da Rússia. O ‘mestre dos mestres’ é desafeto do ex-jogador Edmundo, estrela da equipe de esportes da emissora.

Gilete press. De Pedro Carvalho, em ‘Veja’: “Em 2011, o ex-senador Valmir Campello, quando ocupava o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Município solicitou R$ 3 milhões de propina para aprovar o projeto de reforma do Maracanã. Pelo menos, é o que conta o ex-secretário Hudson Braga em sua delação. O fato teria sido comunicado a Luiz Fernando Pezão, então vice-governador, que consultou Sérgio Cabral, que autorizou o pagamento.” Se gritar pega ladrão…

Dona Fifi. Depois da porta arrombada, o cadeado: COB (caixinha, obrigado Brasil) criará ouvidoria para receber vítimas de abusos e investigar denúncias de assédio sexual na ginástica.

Tititi d’Aline. Os momentos de calmaria turbulenta que domina o aquário da Vila Belmiro, com pedido de impeachment e denúncia de assédio sexual na base, são disparados por empresários que perderam a boquinha no Peixe. Quem garante é o presidente José Carlos Peres. De acordo com o cartola, o tsunami invadiu o clube depois que decidiu promover uma limpeza na Vila.

Você sabia que… já foram marcados 397 gols em 124 jogos da Champions, recorde do torneio?

Bola de ouro. Champions. É um torneio fantástico. Os times procuram sempre a vitória, nada de garantir resultado, adotar o antijogo, jogar pela maldita única bola. E os jogadores não ficam com nhenhenhém em campo. Enfim, todos entram em campo preocupados apenas em jogar futebol.

Bola de latão. Portuguesa. Mergulhada em uma divida superior a R$ 350 milhões, a Lusa debate a possibilidade de promover uma ‘Feirinha da Madruga’ nas dependências do Canindé para arrumar dinheiro. Os presidentes do Conselho, Antonio Ribeiro, e do COF, Antonio Armênio Simões, já renunciaram. Motivo: falta de transparência na prova dos nove.

Bola de lixo. Paraná. Três jogos, três derrotas no Brasileirão. É o nono time que não pontua nas primeiras jornadas desde 2006, de acordo com levantamento do ‘Sr.Goool’. Cinco dessas equipes foram rebaixadas ao final do campeonato: Juventude (2007), Goiás (2010), Furacão e Avaí (2011) e Atlético Goianiense (2017).

Bola sete. “Cristiano Ronaldo não marcou no empate entre Real Madrid e Bayern de Munique, mas o português quebrou mais um recorde na competição. Maior artilheiro da história da Liga dos Campeões, com 120 gols, Ronaldo agora é também o jogador de linha com mais partidas disputadas. CR7 chegou a 152 jogos, ultrapassando Xabi, ex-Barcelona, com 151” (de André Schmidt, no ‘Lance’ – é uma máquina).

Dúvida pertinente. Grêmio, o Real Madrid das Américas?

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