Corinthians, um líder do Carille: 16 pontos de vantagem sobre o milionário Palmeiras

Guilherme Arana,  o melhor em campo, festeja o segundo gol corintiano

O Corinthians continua mais líder do que nunca. Simplesmente do Carille! Derrotou o Palmeiras por 2 a 0, na mansão Allianz Parque (39.091 pagantes/R$ 2.744.600,04), e chegou a 35 pontos em 39 possíveis, com fantástico aproveitamento de 89,7%.

Abriu apenas 12 pontos de diferença para Peixe e Flamengo, que dividem o segundo lugar – o time carioca tem um jogo a menos. De quebra, praticamente implodiu o sonho palmeirense de conquistar o bi. Os periquitos em revista estão em sexto lugar, com 19 pontos. Toma lá dá cá, noves fora: 16 pontos atrás do Corinthians. Uma eternidade!

A equipe corintiana acumula 27 confrontos sem derrota, a quinta maior invencibilidade da história do clube – o recorde é de 37 jogos, em 1957. O gigante Cássio completou sete jogos sem tomar gol. Já o Palestra voltou a perder em casa depois de 28 partidas (21 triunfos e sete empates). Tomou a segunda bordoada seguida no Brasileirão e respira momentos de tensão.

O time saiu de campo sob imensuráveis vaias e mestre Cuca foi bombardeado nas redes sociais pela torcida. Uma das cornetas: “O Cuca virou ‘professor Pardal’. Coloca atacante na lateral e zagueiro de centroavante. O Carille faz o feijão com arroz, cada um na sua, e está na liderança.”

Mais uma vez, o Corinthians foi cirúrgico. Frio e letal. Ofereceu a bola ao Palmeiras, mas raramente foi ameaçado para valer ao longo da partida. O Palestra abusou dos cruzamentos e consagrou a dupla Balbuena e Pablo, impecáveis pelo alto.

O time corintiano foi à frente com perigo em duas oportunidades, e pimba na caxirola. Aos 22 minutos do primeiro tempo, Romero rolou para Guilherme Arana, que foi derrubado por Bruno Henrique dentro da área. Jadson bateu o pênalti e guardou.

Na volta do vestiário, mestre Cuca apostou em uma mudança drástica. Borja entrou no lugar de Bruno Henrique, Róger Guedes virou lateral-direito e Tchê Tchê foi para o meio. Não adiantou nada.

Aos 19 da etapa final, Guilherme Arana, o grande destaque do líder, fechou o caixão palmeirense, após receber belo passe Romero. E o silêncio tomou conta da mansão alviverde. Depois do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, o badalado Palmeiras também naufragou no Brasileirão.

No fim de semana, o Corinthians receberá o Furacão, às 19 horas de sábado, no Itaquerão, minha casa minha vida. O Palmeiras enfrentará o Vitória, domingo às 11 horas, no Allianz Parque.

Na abertura da 13ª jornada, mesmo sem Renato, Copete e Lucas Lima, o Peixe fisgou o Galo no Independência, com um gol do lateral Daniel Guedes na bacia das almas, mais precisamente aos 48 minutos do segundo tempo, em cobrança de falta.

Na etapa inicial, Victor e Vanderlei se destacaram. Cada um defendendo um pênalti. O goleiro do Galo pegou o chute de Kayke, enquanto Vanderlei segurou a batida de Fred. Além do pênalti, o santista também fez ótimas defesas durante a partida. E chegou ao fim no sacrifício. Ele sofreu uma lesão e não pôde deixar o gramado porque o ‘professor’ Levir Culpi já havia feito as três substituições.

Com a vitória, o Santos atingiu 23 pontos na vice-liderança do campeonato. Já o Galo, que perdeu o terceiro jogo em casa no Brasileirão e irritou a torcida (12.949 pagantes/R$ 333.473), permaneceu com 17 pontos na parte intermediária da tabela. O Horto deixou de fazer a diferença para a equipe de Minas.

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Pitaco do Chucky. Dilma cassada, Temer a caminho do calabouço, Rodrigo Maia no trono e Lula condenado: que país é esse?

Periquito bad boy. “Sou provocador. Falo bastante, protesto. E também tem aquela perseguição ao jogador brasileiro” – explicação do atacante Deyverson, novo reforço do Palmeiras, para os 14 cartões amarelos que tomou em 32 jogos do Campeonato Espanhol a serviço do Alavés. Ele disputou 37 partidas e marcou sete gols. Na comemoração de um deles, mais precisamente na vitória de 1 a 0 sobre o Real Sociedad, Deyverson provocou o maior auê: abaixou o calção para mostrar o desenho de um beijo tatuado próximo à cintura e por muito pouco não exibiu o bilau para a TV. Diante da repercussão negativa, pediu desculpas: “Não foi por mal, quis apenas homenagear minha família. O problema é que as pessoas criticam mais do que elogiam.”

Zé Corneta. Muralha pode virar pó de tijolo no ninho do Urubu: Diego Alves, 32 anos, está fazendo as malas no Valência e pretende voltar ao Brasil.

Periquito bad boy 2. Deyverson, 26 anos, começou no Grêmio Mangaratibense, do Rio. Em 2012, o jogador se transferiu para o time B do Benfica e, depois, passou por Belenenses, Colonia e Levante, que o emprestou ao Alavés. O Palmeiras, by Crefisa, contratou o atacante por 5 milhões de euros (R$ 18,7 milhões). O atleta deve assinar por cinco anos.

Sugismundo Freud. A humildade só tem valor quando não é submissa.

Chapéu na mão. Sem dinheiro até para comprar um saquinho de pipoca, a nau vascaína sucumbiu à proposta do Manchester United e negociou o volante Douglas, 19 anos, por 13 milhões de euros (R$ 45,5 milhões). Uma joia rara! Havia muito tempo que um garoto não brilhava tanto no porto de São Januário. Se esperasse um pouco mais, certamente o capitão gancho Eu-rico Miranda poderia beliscar um café no bule mais robusto, mas mesmo assim Douglas se tornou a maior transação da história do clube. No entanto, ainda está muito longe do faturamento do coirmão Flamengo com a venda de Vinicius Júnior ao Real Madrid, algo em torno de R$ 150 milhões. Douglas disputou 39 jogos pelo Vasco e marcou cinco gols.

Caiu na rede. Rogério Ceni devia pegar a multa de R$ 5 milhões do São Paulo e montar o ‘Mico Futebol Clube’.

João-sem-braço. Duque de Caxias x São Gonçalo, pela Série C do Carioquinha sub-17, é mais um exemplo de que nada é impossível na pátria das chuteiras furadas. A partida foi decidida no WO simplesmente porque o Duque de Caxias usou farinha de trigo para marcar o campo e não cal. Sua senhoria, o assoprador de latinha Diogo de Souza Andrade, não quis conversa. Esperou 30 minutos e, como o problema não foi resolvido, penalizou o Duque de Caxias. O jogo seguinte, às 15 horas, entre os mesmos times, mas pelo sub-15, ocorreu normalmente, já o clube havia colocado a cal.

Patolino na geral. São Januário, estádio de futebol ou arena de bandidos?

Dona Fifi. Aos 38 anos, Emerson ‘Bitoca’ mostrou na derrota da Ponte que ainda tem muita lenha para queimar e certamente seria muito mais útil ao Corinthians do que Kazim, o ‘gringo da favela’.

Zapping. Ninguém aguenta mais Galvão Bueno como advogado de defesa de Felipe Massa. Já encheu a caçamba.

Gilete press. De Sérgio Rangel, na ‘Folha’: “O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, 76 anos, articula nos bastidores a sua reeleição para abril. Acusado pelo FBI de receber propina na venda de direitos de torneios no Brasil e no exterior, o paulista vai tentar ser eleito para mais quatro anos no poder antes da disputa da Copa. Pelo estatuto da entidade, o pleito pode ser realizado até um ano antes do final do atual mandato, que se encerra em abril de 2019. O cartola avalia que um insucesso da seleção no Mundial poderia complicar a sua reeleição. Apesar de articular sua reeleição, Del Nero só vai assumir publicamente sua candidatura após o julgamento de Marin nos EUA, em novembro. Após a prisão do ex-presidente da CBF, Del Nero preferiu ficar no Brasil, que não tem acordo de extradição com os EUA. Desde então, ele nunca mais representou o futebol nacional no exterior.” #ForaNero.

Rosamundo, o pensador. Até a sombra assusta o assustado.

Tititi d’Aline. Sem patrocinador master desde março do ano passado, o Fluminense corre desesperado atrás de um carimbo para o enxoval. Até agora, o Tricolor carioca embolsou pouco mais de R$ 3 milhões em publicidade. A cartolagem esperava arrecadar três vezes mais, já que sonhou com um faturamento superior a R$ 18 milhões ao final da temporada. Em 2016, o clube beliscou R$ 16 milhões, R$ 10 milhões a menos do que em 2015. O último patrocinador foi a Vitton, que saiu da camisa por calote.

Você sabia que… o soberano Tricolor ganhou apenas dois pontos em 21 possíveis nos últimos sete jogos?

‘Bola de ouro’. Arena Pernambuco. Uma joia da ‘Copa das Copas’ que reluz como nunca no Recife: média de público nesta temporada é de 3.078 testemunhas por jogo. Desde 13 de julho de 2014, o estádio recebeu 108 partidas, com público total de 948.739 pagantes (média de 8.785 por jogo), segundo levantamento do ‘Sr. Goool’. É a quarta pior marca entre os 12 palcos do Mundial.

Bola de latão. Cueva. O meia peruano parece mesmo disposto a suar a camisa pelo soberano Tricolor. Ao saber que ficaria no banco contra o Peixe, ele se recusou a pegar a Imigrantes e descer a serra com o time. Mais que uma bronca da cartolagem, Cueva deveria sentir no bolso a declaração de amor ao São Paulo.

Bola de lixo. Solomon Nyantakyi. O volante ganês foi preso em Milão por ter assassinado a mãe e a irmã. O atleta de 21 anos, que passou pelas divisões de base do Parma, estava sem clube e era procurado desde terça, depois que os corpos das vítimas, Nfum Patiente, de 43 anos, e Magdalene, de apenas 11, foram localizados em casa, na cidade de Parma. Segundo a polícia, o jogador estava sofrendo de depressão.

Bola sete. “A Prefeitura do Rio negocia com empresas estrangeiras a venda de equipamentos usados na Rio 2016, que atualmente estão esquecidos no Parque Olímpico” (de Bruno Góes, no ‘Globo’ – e o legado, oh!).

Dúvida pertinente. Soberano São Paulo: o inferno da segundona é logo ali?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br

Corrida pelo título: Corinthians goleia com 77% de chances de soltar o grito de campeão

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É verdade: o ludopédio passa ao largo de ser uma ciência exata. Felizmente. Caso contrário, seria tremendamente chato. Perderia em emoção para um duelo no xadrez. Antes mesmo de a bola rolar já se conheceria o vencedor.

Mais ou menos como acontece na maioria dos jogos de basquete e vôlei. Ou seja, a zebra daria as caras apenas no zoológico. Mas, e sempre tem um mas em qualquer história que se preze, os matemáticos de plantão adoram quebrar a cabeça em cálculos que indicam, ao final do põe, tira, deixa ficar, os mais prováveis candidatos a soltar o grito de campeão.

Passadas 12 rodadas do Brasileirão (faltam somente 26, ou 78 pontos em disputa), o líder Corinthians aparece com 77% de chances de dar a volta olímpica, de acordo com o site ‘Infobola’, do professor gaúcho Tristão Garcia, muito requisitado na hora de a onça escovar os dentes, principalmente por torcedores e clubes que se veem a caminho do calabouço da segunda divisão nas ultimas jornadas do campeonato. O goleiro Cássio não toma um gol há 547 minutos.

Graças a uma excepcional campanha (32 pontos, 10 vitórias, dois empates, 21 gols a favor, cinco contra e 88,9% de aproveitamento), o time corintiano nada de braçadas sobre o segundo colocado, o Flamengo, que flutua em 10% de possibilidades de soltar o grito de campeão. O imortal Grêmio vem em terceiro, com 5%, 2% a mais que o milionário Palmeiras.

Depois, aparecem Peixe, Sport, Raposa, Fluminense e Galo, cada um com 1%. Os outros magnânimos representares da elite da pátria das chuteiras furadas estão em campo apenas como coadjuvantes, segundo a prova dos nove do ‘Infobola’.

A 13ª rodada será disputada nesta quarta e quinta. O grande duelo acontecerá na mansão Allianz Parque: Palmeiras x Corinthians. Os periquitos em revista jogam o futuro no campeonato. Precisam vencer de qualquer jeito para continuar sonhando com o bi. E, de quebra, colocar fogo no Brasileirão. Nos cálculos do ‘Chance de Gol’, o Palestra reúne 32,2% de probabilidades de vitória, contra 36,4% do Corinthians. A matemática da jornada:

Galo 47% x 27,3% Peixe

Ponte 44,1% x 27,3% Bahêa

Fluminense 41,7% x 33,6% Botafogo

Palmeiras 32,2% x 36,4% Corinthians

Furacão 30,1% x 38,3% Raposa

Vitória 52,6% x 23,2% Vasco

Flamengo 57,8% x 18,5% Grêmio

São Paulo 63,1% x 15,6% Atlético/GO

Sport 41,4% x 34,2% Chapecoense

Avaí 33,8% x 30,2% Coxa

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Pitaco do Chucky. PF coloca ponto final em grupo de trabalho exclusivo da Lava Jato: água contaminada falou mais alto.

Alerta no Periquito. As luzes amarelas acenderam no ninho dos periquitos em revista: time já acumula 12 derrotas em 38 confrontos nesta temporada. Ano passado, em 65 jogos oficiais, o Palmeiras sofreu apenas 15 bordoadas. Mestre Cuca quebra a cabeça para acertar o rumo da equipe, mexe mais na escalação que bumbum de passista no sambódromo, mas não consegue melhorar o desempenho do time e já recebe críticas da turma do amendoim. Se o Palestra fracassar aos pés do líder Corinthians, a porca vai torcer o rabo.

Zé Corneta. Nada a temer: Brasil, um país sem passaporte, sem polícia rodoviária, sem vergonha na cara, sem rumo…

‘Educação sucateada’. Com a conduta ilibada que o acompanha ao longo de anos dedicados ao esporte bretão, o imperador ostentação Del Nero baixou resolução proibindo jogos com torcida no porto de São Januário depois da selvageria ao fim do clássico Vasco x Flamengo. De acordo com o carismático dono do Circo Brasileiro de Futebol, ‘novos desdobramentos’ poderão acontecer após decisão dos engomadinhos de colarinho branco do STJD sobre a praça de guerra. Em medida cautelar, o tribunal também determinou a interdição do estádio. Medidas absolutamente inócuas, segundo o ‘professor’ Zé Ricardo, do Flamengo: “Interditar ou não ter torcida é só mais uma ferida para o nosso futebol. A solução não é essa. Não é a causa, é o efeito. Tem que tomar decisões firmes para que isso não volte a acontecer.” Bingo!

Sugismundo Freud. Cada macaco com sua macaca.

‘Educação sucateada’ 2. O treinador Zé Ricardo lembrou que demorou mais de duas horas para deixar o alçapão vascaíno. Só foi embora quando a polícia garantiu aos rubro-negros que tudo estava sob controle. “Nossa sociedade vive uma crise de civilidade. São questões mais amplas, além de uma briga pós-jogo. Sou professor, atuei mais de 20 anos, isso é uma questão de educação, que está sendo sucateada, e a consequência é terrível, uma delas é a violência. O que aconteceu sábado tem muito a ver com a falta de investimento na educação do povo. E a impunidade corrobora para a violência.”

Caiu na rede. Soberano Tricolor no Z4: uma verdadeira zona.

‘Pojeto’ em alta. E o ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, hein? Depois de colecionar uma vitória, dois empates e três derrotas nos seis primeiros jogos à frente do Sport, o ‘mestre dos mestres’ anda todo pimpão no Recife: acumula agora meia dúzia de partidas sem derrota, com direito a cinco triunfos nos últimos cinco jogos. O Leão pulou da zona do agrião queimado para o G6 no Brasileirão. “As pessoas confundem experiência com velhice e uma série de outras coisas. Acham que você tem que sair do futebol porque já não consegue enxergar (o futebol). Eu voltei e o que estou vendo dentro campo? Absolutamente nada diferente daquilo que eu via um tempo atrás”, afirmou o humilde ‘pofexô’.

Dona Fifi. Ex-Estoril, de Portugal, Fabiano Soares, 51 anos, é o novo ‘professor’ do Furacão. Ele substitui o demitido Eduardo Baptista. Soares é brasileiro naturalizado espanhol. Tapa buraco?

Zapping. Balanço do ibope global no fim de semana na grande Pauliceia refém dos bandidos: final da Liga Mundial de vôlei, entre Brasil e França – 16 pontos; GP da Áustria de Fórmula 1 – 10 pontos; Raposa x Palmeiras – 22 pontos. Cada ponto equivale a 70,5 mil domicílios sintonizados.

Gilete press. De Igor Siqueira, no ‘Lance’: “Árbitro brasileiro na Copa-14 e primeiro da fila para participar, na Rússia, em 2018, do segundo Mundial, Sandro Meira Ricci está decidido a encerrar a carreira após a competição do ano que vem. Ricci completará 44 anos em novembro de 2018 e ainda teria idade para mais tempo na arbitragem (o limite passou para 50 anos), mas não se vê mais em ação depois do ano que vem.” Não vai fazer a mínima falta.

Tiro curto. Tem coluna do Malia, segunda e sexta, no ‘ultrajano.com.br’ 

Tititi d’Aline. Os jogadores do Fluminense têm no bico da chuteira bons motivos para brigar por vaga no G6 do Brasileirão. Um deles: o clube deve dois meses de direitos de imagem – café no bule que muitas vezes chega a 70% do salário do atleta. O Tricolor também deixou de pagar premiações por metas alcançadas. Sem um tostão no cofre, o Fluminense informou aos jogadores que não sabe quando poderá colocar a casa em ordem, ou pelo menos quitar uma parte da dívida. Isso somente será possível se o clube conseguir vender pelo menos um atleta ou arrumar um patrocínio master.

Você sabia que… 13 pênaltis foram desperdiçados em 38 cobranças no Brasileirão deste ano?

Bola de ouro. Jefferson. Depois de mais de um ano lutando contra problemas físicos, o goleiro do Botafogo voltou no empate com o Galo. E pegou muito. Defendeu até um pênalti cobrado por Rafael Moura. Jeferson levou a torcida ao delírio no estádio Nilton Santos, o Niltão, e a uma dúvida: Gatito deve continuar como titular?

Bola de latão. Grêmio. O imortal entrou em parafuso. Coleciona três derrotas consecutivas no Brasileirão, com direito a 270 minutos e alguns quebrados sem balançar a rede do inimigo. A escalada ofensiva: Corinthians (1 a 0), Palmeiras (1 a 0) e Avaí (2 a 0). Detalhe: perdeu para os reservas do Palestra e levou bucha de corintianos e catarinenses em casa.

Bola de lixo. Lucas Pratto. O hermano perdeu o caminho do gol. Há sete jogos não corre para o abraço no soberano São Paulo. Por uma daquelas coincidências que só mesmo Peter Pan poderia explicar, o Tricolor também encara um jejum de sete partidas sem vencer (dois empates e cinco derrotas). Pratto festejou o último gol aos 47 minutos do segundo tempo do triunfo sobre o Vitória, por 2 a 0, em 8 de junho, no Morumbi. Como desgraça pouca é bobagem pelos lados do Tricolor, Pratto perdeu um pênalti contra o Peixe.

Bola sete. “O Botafogo estará mais perto do poder como nunca se a Presidência da República cair nas mãos de Rodrigo Maia. São botafoguenses também o prefeito e o governador do Rio” (de Lauro Jardim, no ‘Globo’ – Fooooooogo!).

Dúvida pertinente. O Palmeiras vai salvar o Brasileirão?

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San Gennaro já está de plantão: Palmeiras decide futuro contra o Corinthians

Thiago Neves, o melhor em campo, abriu o caminho da vitória dos mineiros

Não tem choro nem vela, e San Gennaro já está de plantão. O Palmeiras joga o futuro no Brasileirão contra o líder Corinthians, quarta, na mansão Allianz Parque. Depois da derrota para a Raposa por 3 a 1, o Palestra ficou no bico da cegonha sem asas: é vencer ou vencer o coirmão no Derby. Só assim poderá continuar sonhando com o bicampeonato.

O fracasso no Mineirão (15.129 pagantes/R$ 387.378) acabou com uma sequência de quatro vitórias consecutivas dos periquitos em revista. Pior: manteve o time com 19 pontos, nada menos que 13 atrás do Corinthians, após 12 rodadas. Ou seja, se levar bucha dos corintianos, a diferença aumentará para 16, e aí Inês é morta. “O Corinthians tem feito uma campanha fora do normal, mas uma hora vai tropeçar. Vamos fazer uma grande partida diante do nosso torcedor”, disse Willian, depois da derrota.

O Palmeiras até que começou bem a partida contra a Raposa. Controlou as ações por um bom tempo, teve chances de encaçapar o goleiro Fábio e ainda foi prejudicado pelo assoprador de latinha Péricles Bassols, que ignorou um pênalti de Murilo em Róger Guedes, aos 18 minutos.

Aos poucos, o time mineiro foi se acertando, equilibrou as ações e abriu o placar, aos 31: Alisson lançou Thiago Neves que, quase sem ângulo, mandou a bola para a rede, com leve contribuição de Fernando Prass. Aos 42, Hudson marcou o segundo da Raposa, ao desviar de cabeça um chute de fora da área de Lucas Romero. O pão de queijo foi para o vestiário com uma vantagem exagerada.

Mestre Cuca mudou o time no intervalo. Colocou Keno na vaga de Mayke, passando Tchê Tchê para a lateral direita. O Palmeiras melhorou, tomou conta do meio de campo e, aos 16, Willian diminui o prejuízo ao concluir de cabeça um cruzamento de Róger Guedes. Cuca trocou Zé Roberto por Raphael Veiga e Egídio por Michel Bastos a fim de aumentar a pressão sobre os mineiros.

A Raposa tratou de fechar a casinha e apostar em contragolpes. Deu certo, aos 46: Élber, que havia entrado no lugar de Thiago Neves, o melhor em campo, entrou sozinho na área, chutou em cima de Fernando Prass, pegou o rebote e matou o Periquito no Mineirão. Com o resultado, o ‘professor’ Mano Menezes respira mais aliviado no comando da equipe mineira, que subiu muito na tabela e entrou no G6.

No aquário da Vila Belmiro (10.322 pagantes/R$ 422.935), o Peixe derrotou o soberano Tricolor por 3 a 2, ultrapassou o Palmeiras e assumiu a quarta colocação, com 20 pontos. Já o São Paulo despencou ainda mais na tabela. Caiu para a penúltima posição, com 11 pontos. O time foi superado por Vitória e Avaí. Só está na frente do Atlético/GO, que tem sete. Na próxima quinta, os dois lanternas medem forças no Morumbi.

A grande estrela do Santos foi Copete. Mesmo com ferimentos de queimadura na barriga por causa de um incidente doméstico, Copete destruiu a defesa do Tricolor e marcou os três gols. O garoto Shaylon e o zagueiro estreante Arboleta diminuíram para o São Paulo. Que chegou a estar perdendo por 3 a 0 e viu Pratto desperdiçar um pênalti – a bola bateu na trave. Dorival Júnior será apresentado nesta segunda como ‘professor’ do Tricolor. A equipe não vence há sete jogos no Brasileirão.

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Pitaco do Chucky. Um morto e três baleados: saldo da guerra em São Januário. O poeta está certo: vamos devolver o Brasil aos índios e pedir desculpas.

Jogo sujo no soberano. A cartolagem do soberano Tricolor, com CA de Barros e Silva à frente, decidiu apelar para um lamentável golpe baixo. Ciente de que a maioria dos torcedores havia se posicionado contra a demissão do ‘professor’ Rogério Ceni, os ínclitos dirigentes são-paulinos resolveram fomentar uma campanha contra o maior ídolo da história do clube. Sempre que estão ao lado de um jornalista, eles tentam denegrir a imagem do M1to, jogar em suas costas a incompetência que orgulhosamente instalaram no Morumbi. A última cartada: Rogério Ceni colecionava uma série de inimigos no departamento profissional, entre os quais Maicon (pediu para ser vendido), Cueva, Gilberto, Rodrigo Caio, Denis, Wellington Nem, Cícero, Buffarini e Bruno. Tremendo blá-blá-blá, mais uma jogada ridícula de quem está levando o São Paulo para o buraco.

Sugismundo Freud. A maior miséria vem da preguiça.

Estrela Solitária. É incrível como a mídia caolha menospreza o Botafogo carioca. O clube chega a ser marginalizado. Sem grandes estrelas, com um orçamento mais limitado que salário de aposentado e um ‘professor’ capaz de fazer mágicas na casamata, o clube vai devorando adversários na Libertadores, mas seus feitos são pouco aplaudidos. A equipe já triturou quatro campeões continentais (Colo-Colo, Olímpia, Atlético Nacional e Estudiantes) e está na bica para despachar mais um (Nacional do Uruguai), porém não é reverenciado. uma simples vitória do Flamengo no Brasileirão, por exemplo, ganha muito mais espaço.

Zé Corneta. Corintiano Fabio Carille detona troca-troca de ‘professores’ e diz que duas mudanças ‘foram sacanagem’. Não se desespere, pode esperar, a tua hora também vai chegar.

Estrela Solitária 2. A isonomia no tratamento é solenemente ignorada, mesmo com o Botafogo a caminho das quartas de final da Libertadores, o sonho de consumo de 11 de cada 10 times brasileiros. A melhor campanha do Botafogo no torneio aconteceu em 1963, quando a competição tinha apenas nove times e o esquadrão com Mané Garrincha, Nilton Santos e Jairzinho, pai do técnico Jair Ventura, foi eliminado pelo Peixe nas semifinais. Foooooogo!

Zapping. Um jornalista que frequenta diariamente a telinha é conhecido por empresários como ‘porta-voz’ da classe. Ou seja, o amigo de fé lança balões de ensaio, coloca o cliente (jogador) no burburinho do mercado, se colar…

Porta da esperança. O mercado europeu está devagar, quase parando: as cinco principais ligas do continente investiram até o momento somente 1,2 bilhão de euros (R$ 4,6 bilhões) em reforços. De acordo com levantamento do site ‘Transfermarkt’, a Alemanha lidera o ranking, com 350 milhões de euros em contratações.

Patolino na geral. Peixe ameaça punir conselheiro que vazou foto da terceira camisa do time. O mais correto seria castigar o gênio que desenhou o enxoval.

A vida é bela. A lutadora russa Justine Kish recebeu uma proposta de patrocínio da Dude Wipes, fabricantes de lenços umedecidos, muito usados na limpeza de bumbum de bebê. Kish ganhou destaque recentemente por ter defecado no octógono ao tentar se livrar de um ‘mata-leão’ aplicado por Felice Herring, numa luta em Oklahoma City (EUA). Vale tudo.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). Santos: Nilmar derruba caneta na coxa na hora de assinar contrato e para por seis meses.

Gilete press. De Mauro Cezar Pereira, no ‘ESPN’: “A batalha de São Januário refletiu algo muito maior do que um grupo de ‘vândalos, baderneiros, desordeiros’, como é comum ouvirmos a cada confusão em estádio de futebol. Não foi briga de torcidas de diferentes clubes, não foi confronto motivado por rivalidade entre organizadas de um só time. Foi o estopim aceso sobre o barril de pólvora no qual a Colina se transformou. Vascaínos não aguentam mais Eurico Miranda. Querem mudanças urgentes. Essa insatisfação só cresce. É Vascaínos x Euriquistas.” No alvo.

Rosamundo, o pensador. Almoço sem arroz com feijão é como vaso sem flores.

Tititi d’Aline. O pugilista Floyd Mayweather, 40 anos, realizou um velho sonho: inaugurou a ‘Girl Collection’, uma boate de striptease em Las Vegas. O lutador investiu mais de US$ 10 milhões na casa noturna de seis mil metros quadrados. A decoração é a cara de Mayweather: extravagante, cheia de cores e de muito luxo. Há quatro festas por semana. Uma garrafa de tequila sai por R$ 10 mil. O freguês pode curtir show privado – a mulher tira a roupa e dança no seu colo. Em junho, o boxeador usou as redes sociais para contratar ‘meninas exóticas’. Em 26 de agosto, Mayweather lutará com o campeão do UFC Conor McGregor, na papagaiada do século.

Você sabia que… Ronald, filho do fofo Ronaldo, defenderá o futebol brasileiro nas Macabíadas, em Israel?

‘Bola de ouro’. Plim-plim. Usa e abusa do poder financeiro e da paciência do telespectador. Bateu o pé, rodou a baiana e programou a final da Liga Mundial de vôlei masculino para as 23 horas de sábado. Pouco se lixou para as reclamações dos jogadores e da galera, que tiveram de encarar o maior frio no estádio do Furacão. Castigo: a seleção brasileira perdeu o título para a França.

Bola de latão. Grafite. Depois de seis meses, 24 jogos e apenas um gol (de pênalti), o atacante rescindiu o contrato com o Furacão. O jogador alegou estar insatisfeito com seu desempenho. Aos 38 anos, Grafite não definiu seu futuro. Mas não poderá acertar com um clube da Série A, já que disputou nove jogos pela equipe paranaense.

Bola de lixo. Vândalos vascaínos. Os animais voltaram a atacar na derrota para o Flamengo. Transformaram o porto de São Januário numa praça de guerra. Tentaram invadir o gramado e espalharam o terror pelas arquibancadas. Atiraram objetos e até bombas nos policiais. Mais uma aula de selvageria e impunidade.

Bola sete. “Peço desculpas em nome do Vasco. O que aconteceu aqui não é Vasco. Não tem nenhuma justificativa. Mas preciso deixar uma coisa muito clara: nós, como fazemos sempre, tomamos todas as providências para que o jogo pudesse transcorrer sem incidentes. O problema é que a revista foi mal feita. E a revista não é do Vasco, mas da PM. Isso explica os artefatos” (do capitão gancho Eu-rico Miranda, sobre a baderna depois do jogo com o Urubu – todos são culpados).

Dúvida pertinente. Interdição de estádio e perda de mando de jogo: o valor de uma vida?

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Corinthians deita e rola: liderança do Brasileirão com 90% de aproveitamento

Jadson e Jô garantiram mais uma vitória ao líder Corinthians

O Corinthians está mesmo em estado de graça. A saber: derrotou a Ponte por 2 a 0, no Itaquerão, minha casa minha vida (32.877 pagantes/R$ 1.974.902,30); continua liderando de braçadas o Brasileirão (32 pontos em 12 rodadas, nove à frente do vice-líder Flamengo); aproveitamento inacreditável de 89 % (10 vitórias e dois empates); 26 jogos sem derrota (111 dias), igualando a marca da equipe de 2015 do ‘professor’ Tite, que conquistou o hexa brasileiro; no período sem fracassos da ‘era Carille’, o time acumula 16 triunfos e 10 empates – a maior série invicta da história do clube é de 1957, com 37 jogos.

Tem mais: pela segunda vez em duas semanas, o gigante Cássio defendeu um pênalti, mostrando que voltou aos velhos tempos de paredão. Há seis jogos, ele não sofre gol: “Todos estão de parabéns. O comprometimento é geral. Estamos pensando jogo a jogo, não interessa o adversário. Claro que é bom não tomar gol, mas o importante é vencer”, afirmou herói Cássio.

O Corinthians chegou à vitória com gols de Jadson e Jô, um em cada tempo. O centroavante é vice-artilheiro do Brasileirão, ao lado de Lucca, da Ponte, com sete tentos, dois a menos que Henrique Dourado, do Fluminense. Na próxima quarta, o grande desafio: Palmeiras, na mansão Allianz Parque. Mais uma final antecipada – a primeira foi contra o Grêmio, e os corintianos ganharam.

Mais preocupados em fechar a casinha para o adversário, armando um sólido bloqueio defensivo, e nada criativos na hora de atacar, Corinthians e Ponte disputaram um primeiro tempo equilibrado e sem grandes emoções. As oportunidades rarearam.

Muitas vezes, ficou um toma lá, dá cá absolutamente desprezível, inconsequente, chato. Tudo indicava que o ‘oxo’ iria prevalecer no placar ao final da etapa inicial quando Renato Cajá errou ao tentar passar para Nino Paraíba na direita.

O Corinthians recuperou a bola e foi à frente, aos 46. Romero cruzou, Jô ganhou de Rodrigo, cabeceou e Aranha operou um milagre. No rebote, Guilherme Arana tocou para trás, Jô não alcançou e Jadson, sozinho, completou para a rede. Sétimo gol do meia na temporada.

Os números do primeiro tempo: posse de bola – Corinthians 51% x 49%; finalizações – Corinthians 10 x 7; passes errados – Corinthians 17 x 14;
faltas cometidas – Corinthians 10 x 6; e passes certos – Corinthians 222 x 103.

Mal começou o segundo tempo, e o Corinthians praticamente implodiu a Ponte. Jadson pegou a bola na intermediária e lançou Rodriguinho, que entregou de bandeja a Jô na área. O artilheiro deu um leve toque, sem chance para Aranha. Sétimo tento do centroavante no Brasileirão, o 14º no ano.

Com a vantagem de 2 a 0 no marcador, o Corinthians procurou se fechar mais e atrair a Macaca para explorar os contragolpes. A Ponte cresceu, principalmente com Emerson ‘Bitoca’ dando muito trabalho a Guilherme Arana pela direita. Também passou a fustigar mais pela esquerda, aproveitando vacilos de Leo Príncipe.

Aos 19, o time campineiro poderia ter diminuído o prejuízo. Guilherme Arana derrubou Emerson ‘Bitoca’ e sua senhoria, o assoprador de latinha Ricardo Marques Ribeiro, apontou pênalti. Os corintianos reclamaram muito, alegando que Balbuena havia sofrido falta no lance anterior.

O jogo ficou paralisado por quatro minutos. Depois de muito blá-blá-blá, o pênalti foi confirmado. O ex-corintiano Lucca fez um tipo tremendo para cobrar e se deu mal: Cássio defendeu. O goleiro já havia pego uma penalidade de Luan na partida com o Grêmio. A Fiel foi à loucura.

Na sequência, o ‘professor’ Fabio Carille fez três alterações, poupando os titulares para o clássico contra o Palmeiras, no meio da semana. Saíram Jô, Maycon e Jadson, entraram Kazim (inútil, como sempre), Camacho e Pedrinho, respectivamente. A Ponte ainda criou uma ótima chance com Emerson ‘Bitoca’, mas Cássio apareceu novamente para evitar o gol.

O gigante corintiano não é vazado há seis partidas. A última vez em que foi buscar a bola na rede pelo Brasileirão aconteceu em 10 de junho, na vitória sobre o soberano São Paulo por 3 a 2. De lá para cá, o time venceu Raposa, Bahêa, Grêmio, Botafogo e Ponte, e empatou (‘oxo’) com o Coxa. O Corinthians tem a melhor defesa do torneio: levou cinco gols em 12 jogos.

No porto de São Januário (18.328 torcedores/R$ 747.640), o Flamengo derrotou o Vasco por 1 a 0, gol de Everton, aos 17 do segundo tempo, após bela jogada de Éverton Ribeiro. O Urubu voltou a ganhar no estádio do coirmão depois de 44 anos. O último triunfo havia sido em 21 de janeiro de 1973.

Vasco e Flamengo prometeram um grande clássico, mas o jogo foi de doer. As equipes abusaram dos erros e excesso de faltas e cartões. O primeiro tempo foi um show de horrores. As coisas melhoraram no segundo, mas sem encantar a torcida.

Com a quarta vitória seguida no Brasileirão, o Rubro-negro chegou a 23 pontos, na segunda colocação, nove atrás do Corinthians. A nau vascaína perdeu o segundo embate em seu campo e permanece com 16 pontos, na sexta posição.

Confusão marcou fim de clássico em são Januário (Foto: André Durão)

No final da partida, vândalos vascaínos tentaram invadir o gramado. Atiraram muitos objetos e até bombas nos policiais (foto), que revidaram com gás de pimenta e bombas de efeito moral. Alguns morteiros lançados pelos animais travestidos de vascaínos explodiram em meio a torcedores comuns e ambulantes.

Para fugir dos anjinhos organizados pelo diabo, muitos torcedores entraram por janelas das cabines de rádio. Já os atletas do Flamengo tiveram de ficar por muito tempo no gramado, sofrendo com o gás de pimenta. A batalha campal em São Januário deve levar o Vasco a perder mandos de jogo.

Pela Série B, o Saci colorado voltou a decepcionar. Apenas empatou em 1 a 1 com o Criciúma, no Beira-Rio (25.492 pagantes/R$ 525.574). A equipe gaúcha caminhava para mais uma derrota quando foi salva por uma cabeçada de Klaus na bacia das almas, mais precisamente aos 47 minutos do segundo tempo.

O time catarinense saiu na frente, com um gol de Lucão no início da partida. Depois, tratou de garantir a vantagem, abusou da cera e foi castigado. O ‘professor’ Guto Ferreira segue pressionado na casamata colorada. A equipe não consegue engrenar. Ocupa a sexta colocação, com 18 pontos. O Criciúma está na 12ª, com 16.

Irritada com o comportamento do Inter, a torcida protestou no intervalo e na volta dos atletas para o segundo tempo. D’Alessandro não gostou e sinalizou com a mão para os torcedores irem embora. Tomou a maior vaia. O chimarrão ferve como nunca no Beira-Rio: após a partida houve quebra-quebra.

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Corinthians corre atrás de recorde nos embalos de sábado à noite no Itaquerão

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O líder Corinthians pode igualar uma marca histórica nos embalos de sábado à noite do Brasileirão: se não for derrotado pela Ponte, no Itaquerão, minha casa minha vida, chegará a 26 partidas sem derrota na temporada, mesma façanha alcançada pela equipe do ‘professor’ Tite em 2015, quando a Fiel saboreou o hexacampeonato brasileiro. É a quarta maior série sem derrotas do clube.

Dois jogadores que soltaram o grito de campeão há menos de dois anos estarão em campo: o goleiro Cássio e o meio-campista Jadson. O lateral Fagner cumprirá suspensão. Os outros oito já limpariam o armário: Gil, Felipe, Uendel, Ralf, Elias, Renato Augusto, Malcom e Vagner Love. O lateral Guilherme Arana e o atacante Romero participaram da campanha com o bumbum no banco de reservas.

A última derrota do Corinthians aconteceu em 19 de março: 1 a 0 para a Ferroviária, em Araraquara, pelo Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Detalhe: gol irregular do ex-corintiano Alan Mineiro.

A maior série invicta da história do clube é de 1957, com 37 jogos seguidos sem levar chocolate. A marca atual é igual à de 2009, quando o Corinthians foi comandado por Mano Menezes. No Brasileirão deste ano, o Corinthians coleciona nove triunfos e dois empates. A equipe acumula 29 pontos na liderança, sete à frente do Grêmio, nove de vantagem para o Flamengo e 10 de diferença para o Palmeiras.

As possibilidades de o time continuar belo e formoso na ponta da tabela são ótimas, de acordo com o site ‘Chance de Gol’. A equipe corintiana reúne 61,2% de probabilidades de vitória, contra 13,1% da Macaca. O empate navega em 25,7%.

O confronto do Itaquerão terá uma atração à parte: Emerson ‘Bitoca’, o herói da Fiel na conquista da Libertadores, com a camisa da Ponte. Outro ex em campo: Lucca. Já pelo Corinthians jogarão os ex-pontepretanos Pablo e Maycon. Ainda há mais três vira-casacas: Clayson, Fellipe Bastos e Paulo Roberto.

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Pitaco do Chucky. No Brasil, quem paga a pena é a vítima.

Macaca gente fina. A Fiel tem boas razões para estender o tapete vermelho à Macaca antes do jogo pela 12ª jornada. Uma delas: a Ponte nunca festejou uma vitória no Itaquerão, minha casa minha vida. Em cinco jogos, acumula quatro bordoadas e um empate. A Ponte também coleciona um badalado jejum como visitante: há mais de um ano, não consegue somar três pontos fora de Campinas. O último triunfo na elite do Brasileirão longe de casa aconteceu em 30 de junho de 2016: 3 a 0 no Santa Cruz, no Arrudão. Desde então, saboreou 11 derrotas e sete empates. Neste ano, a Ponte perdeu para Botafogo (2 a 0), Atlético/GO (3 a 0) e Flamengo (2 a 0), além de empatar com Galo (2 a 2), Peixe (0 a 0) e Avaí (0 a 0). Se o Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, e a Copa Sul-americana entrarem no menu, a Macaca não ganha como visitante desde os 2 a 1 sobre o São Bento, em 23 de março, na cidade de Sorocaba, pelo estadual.

Sugismundo Freud. As palavras voam, a escrita fica.

Xô, cartolagem! O ‘professor’ Rogério Ceni é daqueles que não guarda um pingo de rancor. Pode ser pisoteado, mas parece sempre pronto a perdoar. No primeiro pronunciamento após levar um bico do soberano São Paulo, o M1to fez questão de pedir desculpas à torcida por ter falhado na casamata tricolor. Em um longo texto no Facebook, sob o título ‘Quem vence sem riscos triunfa sem glórias’ (tema da preleção antes da derrota para o Flamengo), Rogério Ceni simplesmente ignorou o mandachuva e raios CA de Barros e Silva, seus pares e ímpares. Não dedicou nem uma vírgula à cartolagem que o usou como cabo eleitoral e depois o mandou para o olho da rua.

Zé Corneta. O mandachuva e raios CA de Barros e Silva tanto fez, mas tanto fez, que finalmente conseguiu colocar o soberano São Paulo na zona do agrião queimado.

Mimo vascaíno. O capitão gancho Eu-rico Miranda deu mais uma lição de democracia no porto de São Januário: outorgou ao flamenguista Luciano Martins Araújo o título de sócio emérito do Vasco, que o isenta de pagar mensalidade. Araújo adora usar as redes sociais para elogiar o Urubu e detonar o Vasco. O bochicho agitou a última reunião do Conselho Deliberativo. Mas dentro do espírito de liberdade que tomou conta do clube, o presidente do CD, Luis Manuel Fernandes, impediu qualquer manifestação de repúdio à indicação. Aí tem…

Zapping. Renata Fan, jornalista ou garota-propaganda do Saci colorado? Ou uma coisa, ou outra.

Show das mulheres. Com apenas seis anos de existência, a equipe feminina do Iranduba, do Amazonas, colocou no bolso os tradicionais marmanjos. Na primeira partida contra o Peixe, pelas semifinais do Brasileiro, as meninas levaram 25.371 pessoas à Arena de Manaus, estádio da Copa de 2014. É o maior público de todos os tempos do futebol feminino entre clubes do Brasil. Preço do ingresso: R$ 20. O Santos venceu por 2 a 1. Detalhe: a decisão do estadual entre os homens atraiu 3.079 testemunhas.

Caiu na rede. O empresário de Thiago Mendes é um avião: vende chimarrão até no deserto.

Gilete press. De Clarissa Stycer, no ‘Globo’: “O livro ‘O negro no futebol brasileiro’, o mais importante de Mario Filho, será adaptado para uma série documental de mesmo nome para a TV. Narrado por Paulo Cezar Caju, o programa mostra, em quatro capítulos de uma hora, a importância que o negro adquiriu no futebol brasileiro e internacional. A produtora Filmes do Equador pretende que ‘O negro no futebol brasileiro’ vá ao ar no primeiro semestre de 2018.” Ótimo!

Tiro curto. Tem coluna do Malia, segunda e sexta, no ‘ultrajano.com.br’ 

Tititi d’Aline. O zagueiro David Luiz, do Chelsea e da amarelinha desbotada, curte férias na Cidade Maravilhosa das balas uivantes. Ao lado da namorada, Bruna Loureiro, o jogador vem colocando em dia a agenda de shows. Recentemente, o casal assistiu o Dream Team do Passinho. Mesmo com as madeixas escondidas sob um gorro, David Luiz foi reconhecido pelo público e deixou o local mais cedo para evitar pedidos de autógrafo e selfies.

Você sabia que… o Palmeiras não derrota a Raposa em BH desde 2009, quando ganhou por 2 a 1?

‘Bola de ouro’. Mano Menezes. A chapa anda quente pelos lados do ‘professor’ na Toca da Raposa. Se o time fracassar diante do Palmeiras, tchau… Nos últimos 10 jogos, o pão de queijo coleciona dois triunfos, três empates e seis coças.

Bola de latão. Palmeiras. As viagens do time ao exterior são uma festa para os conselheiros. Boca livre para ninguém botar defeito. Tem até fila de espera no ‘voo da alegria’.

Bola de lixo. Assopradores de latinha. Estão se superando a cada rodada do Brasileirão. Falta fora da área marcam pênalti; dentro da área assinalam fora; apontam a cal quando a redondinha bate na cabeça e na coxa do atleta; deixam o pau comer à vontade; fingem que não ouvem os elogios de baixo calão dos jogadores. Enfim, um circo!

Bola sete. “Flamengo na Sul-americana: prêmio de consolação, tipo bala Juquinha para a galera” (do jornalista Apolinho, no ‘Dia’ – fato).

Dúvida pertinente. O maior problema no soberano Tricolor está dentro de campo, no bico das chuteiras, ou fora, na incompetência dos cartolas?

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De virada e com gol de letra, Peixe amansa Furacão; Periquito morre na bacia das almas

Lucas Lima comandou a vitória do Peixe e não gostou de ser substituído

O Peixe mergulhou na Vila Capanema (13.770 torcedores/R$ 243.395), em Curitiba, disposto a voltar para a Baixada Santista com um empate na abertura do mata-mata das oitavas de final da Libertadores. Mas foi muito além. Derrotou o Furacão por 3 a 2, de virada, e ficou numa situação privilegiada na briga pela classificação às quartas do torneio continental.

No segundo embate, em 10 de agosto, no aquário da Vila Belmiro, o Santos garante a vaga mesmo se perder por até um gol de diferença, desde que os paranaenses não façam mais do que três.

O Furacão deu a impressão de que fisgaria o Peixe sem muitos problemas. Aos seis minutos, Sidcley avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. Após furada de Lucho González, Nikão bateu de primeira e correu para o abraço.

A equipe paranaense continuou na pressão, na tentativa de fechar logo o caixão do Santos. Que não se abalou e chegou ao empate, aos 25: o maestro Lucas Lima, um dos melhores em campo, lançou Kayke. O atacante Invadiu a área e tocou por cima de Weverton.

No segundo tempo, o duelo ficou mais equilibrado até os 11 minutos. Com decisiva colaboração de Weverton, goleiro da amarelinha desbotada, o time santista virou o placar. Victor Ferraz arriscou de muito longe, Weverton bateu roupa e Bruno Henrique conferiu. Cocoricó!

O time paranaense sentiu o golpe. E, aos 22, levou o terceiro. Um golaço de Kayke! Bruno Henrique entortou Cascardo pela esquerda e cruzou rasteiro. De letra, Kayke desviou para o canto esquerdo. Quatro minutos depois, Éderson descontou. O Furacão partiu para o tudo ou nada, procurou acuar o coirmão, mas o Peixe suportou a pressão e nadou para a vitória. No final da partida, Lucas Lima foi sacado para a entrada de Vecchio, não gostou e atirou um copo de água no gramado.

No Monumental de Guayaquil, no Equador, o Palmeiras morreu no bico da chuteira de Jonathan Alves na bacia das almas. Aos 46, o equatoriano arriscou de longe, a bola bateu num palmeirense e deixou Fernando Prass na saudade. A derrota do Palestra deve ser comemorada pela torcida, já que o time jogou muito mal, principalmente no segundo tempo, e só não levou mais gols porque o Barcelona é um time limitado tecnicamente.

No segundo embate, em 9 de agosto, na mansão Allianz Parque, dificilmente o Palestra deixará de carimbar a vaga às quartas de final. Precisa de uma vitória por dois gols de diferença. Se devolver o placar de Guayaquil, a decisão será na marca da cal. Os equatorianos se classificam com um empate. Quem passar vai pegar o vencedor de Peixe x Furacão.

Se jogasse um pingo de bola redonda, o Palmeiras certamente conseguiria um bom resultado. No primeiro tempo, a equipe até que se mostrou superior, embora sem incomodar muito o goleiro Banguera. A melhor chance, aos 20 minutos, foi desperdiçada por Willian.

No segundo tempo, os periquitos em revista acumularam uma série de erros. Mais uma vez, Borja foi um desastre. Andou em campo. Mestre Cuca demorou uma eternidade para substituí-lo por Keno. Também falhou na troca de Dudu por Michel Bastos. O atacante era um dos poucos correspondiam.

O Palmeiras foi a campo sem o meia Guerra. Ele teve de voltar a São Paulo por causa de um acidente doméstico com seu filho Assael, de três anos. Ele se afogou na piscina da casa no bairro residencial de Alphaville, em Barueri, durante uma festa e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros. O garoto está internado no Hospital Albert Einstein. Em nota divulgada à tarde, o Palmeiras revelou que o estado de saúde do menino é estável.

Em Cochabamba, o Galo decepcionou e também perdeu por 1 a 0 para o Jorge Wilstermann. Álvarez, no fim do primeiro tempo, marcou o único gol da partida. O time boliviano criou as melhores chances do jogo e ainda foi prejudicado pelo assoprador de latinha, que ignorou um pênalti de Alex Silva (a bola bateu na mão do atleticano). Um empate no segundo confronto, em 9 de agosto, no Independência, garante a classificação do Jorge Willstermann. O Galo precisa ganhar por dois gols de vantagem.

Pela segunda fase da Copa Sul-americana, o Flamengo sofreu um pouco em Santiago do Chile, chegou a estar perdendo por 2 a 1, mas depois deslanchou e sapecou 5 a 2 no Palestino, gols de Réver, Rafael Vaz, Leandro Damião, Berrío e Éverton Ribeiro. Com a goleada, o Urubu pode perder por até 3 a 0 no jogo de volta, no Rio, já que fez cinco gols fora de casa.

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Soberano Tricolor, um clube acima da média: 16 ‘professores’ desde 2008

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Ao diz que diz, sem ‘leco leco’: o soberano São Paulo é mesmo um exemplo aos coirmãos brasileiros e até aos clubes mais badalados da Europa, como o Arsenal, que corre sob a batuta do francês Arséne Wenger desde 1996. O Tricolor raramente sai da rota planejada para mergulhar na dança das cadeiras tão comum à incompetência da cartolagem após resultados negativos.

Apenas 16 ‘professores’ assumiram a sala de aula da ‘Universidade Morumbi’  nos últimos anos, mais precisamente depois de ‘Muriçoca’ Ramalho levar o time ao tricampeonato brasileiro, em 2008. Ou seja, uma média superior a dois por temporada.

Nesse período, apenas um resistiu ao troca-troca na casamata por mais tempo, justamente ‘Muriçoca’. Ele retornou ao Morumbi em 2013 e ficou até 2015. Saiu por causa de problemas de saúde e foi substituído pelo colombiano Juan Carlos Osório. Mas o trabalho de ‘Muriçoca’ não era unanimidade na época. Recebia torpedos dia sim e outro também do corneteiro CA de Barros e Silva, hoje mandachuva e raios da família tricolor.

Um general da banda de palavras irredutíveis, capaz de garantir numa sexta-feira que nada iria acontecer a Rogério Ceni até o final do contrato, em dezembro de 2018, mas três dias depois convocaria o maior ídolo da história do clube para visitar o RH. Demitido recentemente no Peixe, Dorival Júnior deve assumir o Tricolor. Ao roda peão no ínclito São Paulo, incluindo interinos:

Ricardo Gomes (2009-2010)
Sérgio Baresi (2010)
Paulo César Carpegiani (2010-2011)
Adílson Batista (2011)
Emerson Leão (2011-2012)
Ney Franco (2012-2013)
Paulo Autuori (2013)
‘Muriçoca’ Ramalho (2013-2015)
Juan Carlos Osorio (2015)
Doriva (2015)
Milton Cruz (2015)
Edgardo Bauza (2016)
André Jardine (2016)
Ricardo Gomes (2016)
Pintado (2016)
Rogério Ceni (2017)

Por falar em seguro desemprego… Depois de 46 jogos, com 21 vitórias, 10 empates e 15 derrotas, aproveitamento de 52,9% e a conquista do bicampeonato estadual, o ‘professor’ Vagner Mancini foi demitido pela Chape. A equipe catarinense ocupa a 15ª colocação, com 14 pontos.

O time chegou a liderar o Brasileirão por duas rodadas, mas caiu de produção e agora flerta com a zona do agrião queimado. Há cinco jogos não vence. Argel Fucks é um dos nomes cotados para substituir Mancini, contratado no início do ano para montar o time após a tragédia aérea com a delegação do clube, em novembro de 2016. Argel está sem time desde maio, quando saiu do Vitória.

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Pitaco do Chucky. O pato da Fiesp pagou o pato e morreu afogado?

Metralhadora. O ‘professor’ Abel Braga, do Fluminense, não pensou duas vezes para sair em defesa de Rogério Ceni, demitido pelo soberano São Paulo após seis meses de trabalho. “O errado é sempre o treinador. A gente tem a mania de dizer que faz parte da cultura. Não, isso faz parte de uma grande imbecilidade que se vive dentro do futebol brasileiro”, fuzilou Abelão. É vero.

Zé Corneta. O duro não é o Corinthians perder Arana para o Bordeaux, mas ficar com Moisés de titular na lateral.

Avanti Palestra. O saudoso Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians, costumava dizer que não se ganhava título apenas em campo, era necessário também um bom trabalho nos bastidores. Pois bem, o Palmeiras conseguiu duas importantes vitórias fora das quatro linhas. Primeiro, reduziu o gancho do volante Felipe Melo de seis para três jogos na Libertadores, suspensão aplicada por causa da pancadaria no jogo com o Peñarol, em Montevidéu. No início desta semana, o clube convenceu a Conmebol a diminuir a pena de três partidas como visitante sem torcida para apenas uma. Ou seja, o Palestra terá a galera do lado se passar pelo Barcelona de Guayaquil, nas oitavas de final.

Sugismundo Freud. Boa-fé demais é sinônimo de burrice.

Bronca no Urubu. A garotada do Flamengo anda de nariz torcido pelo ninho do Urubu. Havia a promessa de que os moleques seriam mais aproveitados nesta temporada pelo ‘professor’ Zé Ricardo, mas com a chegada dos milionários reforços, eles foram colocados para escanteio. Vizeu, por exemplo, passou a ser a terceira opção para o ataque. Outros descontentes: Léo Duarte, Ronaldo, Paquetá e Adryan.

Patolino na geral. Alerta no Botafogo: nos últimos 10 jogos, venceu apenas dois.

Bruxa solta. Depois de Neymar e Bruna Marquezine, o love story entre o atacante Pato e a modelo Fiorella Mattheis também subiu no telhado. Eles dividiam o mesmo edredom desde novembro de 2014. Pato e Fiorella se conheceram quando o atleta defendia o soberano São Paulo, emprestado pelo Corinthians. Depois, Pato, sempre com Fiorella a tiracolo, foi para o Chelsea e o Villarreal. No começo deste ano, o jogador assinou com o Tianjin Quanjian, da China. As marias-chuteiras estão em êxtase.

Caiu na rede (by ‘Sensacionalista’). Janot vai oferecer denúncia contra o cabelo de Neymar.

Zapping. Noventa dias e nada mais: Bruno Laurence rescindiu o contrato com a ‘Fox Sports’. O repórter bateu cabeça com a apresentadora Karine Alves e com as gêmeas Bia e Branca (dividiam um programa aos domingos).

Gilete press. De Mauro Cezar Pereira, no ‘ESPN’: “Rogério Ceni não é o maior culpado pela crise que, por sinal, se arrasta não é de hoje, com breves momentos de calmaria. O São Paulo caminha para uma década que só não é de absoluto jejum graças à conquista de uma Copa Sul-americana, reflexo de um clube cujos cartolas sentaram sobre a soberba, enquanto os demais ultrapassavam quem se autointitulava ‘Soberano’. Não por acaso, ronda uma palavra extrema a tal rótulo: rebaixamento (…) Rogério Ceni foi útil a Leco e seus pares em período eleitoral. Hoje, para os dirigentes tricolores, ele também é um ídolo descartável.” Na mosca.

Tiro curto. Tem coluna do Malia, segunda e sexta, no ‘ultrajano.com.br’ 

Tititi d’Aline. A americana Michelle Waterson (foto), 31 anos, estrela do UFC, é uma das atletas que recheiam a tradicional revista ‘ESPN Body Issue’ com atletas nus. A nona edição, que traz também a bela tenista Carolina Wozniacki, estará nas bancas nesta sexta. Michelle briga na categoria peso-palha. Estreou no octógono em dezembro do ano passado. Venceu Paige VanZant com um ‘mata-leão’. Em abril, foi derrotada pela compatriota Rose Namajunas. A primeira lutadora a posar nua foi Ronda Rousey, em 2012. Um ano depois, o UFC foi representado por Miesha Tate.

Você sabia que… oito times (São Paulo, Chape, Peixe, Sport, Atlético/GO, Furacão, Vitória e Bahêa) trocaram de ‘professor’ em 11 jornadas do Brasileirão?

Bola de ouro. Corinthians. Conseguiu empurrar o atacante Léo Jabá, 18 anos, para o russo Akhmat Grozny por 2 milhões de euros (R$ 7,5 milhões). Em 20 jogos, Jabá marcou apenas um gol.

Bola de latão. Thomaz Bellucci. O brasileiro levou uma raquetada do austríaco Sebastian Ofner, 270º do ranking da ATP, e caiu fora na primeira rodada de Wimbledon. Bellucci, 55º do mundo, apanhou de 6/2, 6/3 e 6/2. Papelão!

Bola de lixo. São Paulo. Administrativamente, o soberano já foi rebaixado. Um tsunami de incompetência tomou conta do clube nos últimos tempos. Parabéns a CA de Barros e Silva, seus pares e ímpares. #ForaLeco.

Bola sete. “É triste constatar que o São Paulo, que já foi um modelo de gestão, hoje virou um grande balcão de negócios. Só que vende como time grande e compra como time pequeno” (do ex-jogador e comentarista da plim-plim Caio Ribeiro – fato).

Dúvida pertinente. Soberano Tricolor, um passo à frente e 9.999 para trás?

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