VAR entra em ação, aponta pênalti e Palmeiras mantém a liderança

Gustavo Gómez comemora gol da vitória do Palmeiras
O zagueiro Gustavo Gomez comemora o gol 

O Palmeiras do ‘sargento’ Felipão continua ‘imparável’, sobrando no Brasileirão. Na abertura da sexta rodada, superou o Botafogo por 1 a 0, no estádio Mané Garrincha (33.143 pagantes/R$ 2.320.830). Apesar de dominar a equipe carioca ao longo da partida, o Palestra precisou do VAR para chegar à vitória, permanecer na liderança e ampliar para 29 embates a invencibilidade no campeonato.

Nos últimos seis jogos com o Botafogo, o Palmeiras ganhou cinco e empatou. O time carioca continua sem vencer longe da Cidade Maravilhosa das balas uivantes.

A festa dos periquitos em revista aconteceu no segundo tempo. Aos 10 minutos, Deyverson reclamou de pênalti depois de uma dividida com Gabriel e sua senhoria, o assoprador de latinha Paulo Roberto Alves Júnior, mostrou cartão amarelo ao atacante palmeirense.

Após rever o lance no VAR, meia volta volver: anulou a advertência a Deyverson e apontou a marca da cal. Os botafoguenses ficaram uma fera, mas não adiantou. Aos 16, o zagueiro Gustavo Goméz bateu no canto direito de Gatito e marcou. Justiça no placar. Sétimo gol do paraguaio em 36 jogos pelo Palmeiras.

De acordo com o ex-juiz Salvio Spínola, comentarista de videoteipe da plim plim, Paulo Roberto acertou ao assinalar pênalti, porque “Gabriel pisou em Deyverson na disputa. Eu também marcaria”.

Com a vantagem de 1 a 0, o Palmeiras procurou atrair o Botafogo e perdeu boas chances no contra-ataque. Os cariocas praticamente não ameaçaram o goleiro Weverton. Se tivesse aproveitado as oportunidades criadas desde o início do jogo, certamente o Palestra teria conquistado a vitória por boa margem de gols.

Como mandante, o Botafogo recebeu um bom cachê (R$ 800 mil, livres) para levar o duelo ao Mané Garrincha. Perdeu o jogo e o grito nas arquibancadas, já que a galera do Palestra preencheu mais espaço. O time atuou como se estivesse em casa.

O Palmeiras agora lidera o Brasileirão com 16 pontos em 18 possíveis. Não pode ser alcançado nesta rodada. Na próxima quinta, o Palmeiras decide com o Sampaio Corrêa uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil.

O Botafogo segue com nove pontos, na sétima colocação do Brasileirão. A equipe carioca terminou o jogo com 11 cartões amarelos, quatro deles por causa do pênalti, e dois para quem estava no banco – o volante Gustavo Bochecha e o preparador de goleiros Flavio Tênius.

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Pitaco do Chucky. A evolução da espécie: Jean Mota, Jean Mala, Jean Mito e Jean Perna de Pau, o retorno.

Superstar. É um pássaro? É um avião? Não, é o Super-Neymar chegando de helicóptero a Granja Comamry, o luxuoso CT da amarelinha desbotada, em Teresópolis, para o início de preparação à Copa América no Brasil, em junho. O astro do PSG desceu do ‘NJR’ (Neymar Júnior) vestido de preto e com boné. Cumprimentou algumas crianças e se mandou para a concentração. Os jogadores (oito) que se apresentaram nos dias anteriores pintaram de carro no CT. Gente fina é outra história…

Zé Corneta. Corintiano Boselli é igual a piscina: só é boa na casa dos outros, porque dá muito trabalho.

Macarrão chinês. O repentino retorno de Ricardo Goulart ao Guangzhou Evergrande provocou várias indagações. Uma delas: se o Palmeiras pagava R$ 600 mil ao jogador por mês (os chineses contribuiriam com R$ 2,4 milhões), como o clube economizará R$ 14 milhões se o atleta tinha contrato só até dezembro? E mais: por que os chineses ofereceram R$ 40 milhões por temporada (cinco) ao atacante, que se recupera de grave lesão no joelho, apenas quatro meses após o empréstimo ao Palestra?

Sugismundo Freud. Não basta bater, tem de saber apanhar.

Título no adeus. Na despedida do brasileiro Rafinha (ficou no banco), do holandês Robben e do francês Ribery, o Bayern de Munique sapecou 3 a 0 no Red Bull Leipzig e conquistou a Copa da Alemanha. Lewandowski (dois) e Coman garantiram a 19ª taça do Bayern, que também faturou a Bundesliga.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). CBF muda regulamento para ajudar Vasco: se algum jogador vascaíno se machucar e levar pontos, os mesmos serão convertidos para o clube na tabela de classificação.

Zapping. Mesmo mostrando apenas o videoteipe de Corinthians 2 x 0 Deportivo Lara, a RedeTV! cravou 3,1 pontos de audiência na grande Pauliceia dominada pela bandidagem. Cada ponto equivale a 73 mil domicílios sintonizados. A emissora deixou Band, Cultura e Gazeta na poeira.

Gilete press. Da ex-jogadora e treinadora Sissi, sobre a seleção feminina de futebol: “Como eu já conheço os bastidores, a gente sabe que há politicagem. Quando eu fazia parte da seleção, você não podia falar. Se falasse, não voltava para a seleção. Tinha de ficar calada e aceitar o que diziam para você fazer. A gente tem de engolir muita coisa para fazer parte da seleção. É uma pena.” Mordaça.

Tititi d’Aline. Enquanto a cartolagem e as autoridades dormem em berço esplêndido, o esporte vai colecionando casos de racismo. Na última quarta, imbecis atacaram no futebol e no vôlei. No triunfo do Furacão sobre o River por 1 a 0, pela Recopa, um cretino chamou o atacante Nikão de ‘macaco’. O mesmo aconteceu com Isabelle Venâncio, do Barueri, no jogo com o Sesi/Bauru, pelo Campeonato Paulista sub-17, em Bauru. Sai da rede, Brasil!

Você sabia que… Pato, somando as duas passagens, disputou 106 jogos e marcou 39 gols com a camisa do soberano Tricolor, além de dar 15 assistências?

Bola de ouro. Valencia. Derrotou o poderoso Barcelona por 2 a 1, em Sevilha, e faturou a Copa do Rei. Havia 11 anos que não dava uma volta olímpica na Espanha, mais precisamente desde 2007/08, quando ficou justamente com a Copa do Rei. O triunfo coroa a temporada do centenário do clube. O Barça brigava pelo penta. Gameiro e Rodrigo marcaram para o Valencia. Messi descontou.

Bola de latão. Saci colorado. O clube entregou a Rafael Sóbis uma camisa com o escudo de cabeça para baixo no jogo com o Paysandu. O mico foi saudado à exaustão nas redes sociais por torcedores do Inter e rivais. A partir de 2020, o Colorado trocará a Nike pela Adidas.

Bola de lixo. Max Lopes. Não aceitou ‘pojeto’ de Vanderlei Luxemburgo para perder peso e recuperar a forma. O hermano optou pela rescisão contratual. Max Lopes atuou em 38 partidas com a camisa do Vasco e marcou 11 gols.

Bola sete. “Vendemos os craques. Compramos perebas. E repassamos perebas de bacias aos clubes menores. Vamos mal, muito mal” (do blogueiro Menon, no Uol – fundo do poço).

Dúvida pertinente. Soberano São Paulo: vitória ou crise, após 10 clássicos no Itaquerão, com sete triunfos do Corinthians e três empates?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br 

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