Corinthians joga como time pequeno e se classifica com as calças na mão; Peixe merecia a vaga

Cassio pegou muito ao longo da partida 

Se houvesse justiça no bico da chuteira, a decisão do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, seria entre Peixe e soberano São Paulo. Mas como os deuses da bola adoram cultivar gol contra, o Corinthians poderá chegar ao tricampeonato no embate com os são-paulinos. Despachou o Santos nos pênaltis (7 a 6), após perder no tempo regulamentar por 1 a 0, gol de Gustavo Henrique, na bacia das almas. A galera aplaudiu os santistas.

Com a vantagem de poder empatar, já que havia derrotado o coirmão por 2 a 1 no primeiro confronto pelas semifinais, o Corinthians deu uma aula de mediocridade na casa alugada do Pacaembu (37.731 pagantes/R$ 1.477.585). Jogou como time pequeno de segunda categoria. Só resistiu até a disputa na marca da cal porque Cássio operou alguns milagres ao longo dos 90 minutos.

O Santos do ‘professor’ Jorge Sampaoli encurralou o Corinthians de Fabio Carille. Amassou o inimigo. Envolveu a equipe adversária desde o começo da partida. Tanto que finalizou 23 vezes. O retrancado time corintiano chutou apenas três. Nenhuma em direção ao gol de Vanderlei. Uma vergonha!

O Corinthians vai enfrentar o São Paulo nos próximos dois domingos (14 e 21). O jogo de ida será no Morumbi, enquanto a volta será no Itaquerão, minha casa minha vida. Empate na soma dos dois resultados leva a decisão para os pênaltis. Corintianos e tricolores voltarão a decidir um caneco depois de 16 anos.

Após a classificação, o site do Corinthians brincou com o Peixe: ‘Morreu pela boca’. Antes das semifinais, o mandachuva e raios do Santos, José Carlos Peres, disse que iria “matar os gambás”.

O ‘oxo’ ficou de ótimo tamanho para o Corinthians no primeiro tempo. O ‘professor’ Fabio Carille tentou surpreender o Peixe com Pedrinho na direita a fim de explorar os contragolpes ou pelo menos segurar a bola para quebrar o ritmo do adversário. Não conseguiu uma coisa nem outra.

Com Pituca de lateral, Soteldo e Derlis Gonzáles pelas pontas, o Santos simplesmente não deixou o time corintiano respirar. Abafou o adversário desde o início e só não chegou ao gol porque sentiu, novamente, a falta de um centroavante. E também encontrou pela frente as luvas de Cássio.

Acuado, o Corinthians limitou-se a distribuir chutões para qualquer lado, no melhor estilo a várzea é nossa: bola pro mato que o jogo é do campeonato. Até Gustagol recuou para ajudar a zaga. E o muro corintiano resistiu.

O Santos voltou para o segundo tempo com Rodrygo no lugar do inútil Cueva, enquanto o Corinthians sacou o apático Pedrinho e colocou Vagner Love. Em campo, pouca coisa mudou.

A equipe santista manteve a pressão da etapa inicial, e o Corinthians permaneceu na retranca, como uma equipe pequena, agarrada com unhas e dentes ao regulamento – o empate lhe daria a classificação. Carille ainda fechou mais o time ao trocar Clayson, o único que dava trabalho aos santistas, por Ramiro.

O Corinthians de Cássio resistiu até os 40 minutos. A muralha desabou numa cabeçada de Gustavo Henrique, após cruzamento de Victor Ferraz da direita.

Na marca da cal, Boselli, que havia entrado no lugar de Gustagol, chutou e Vanderlei defendeu. Rodrygo bateu e pôs o Peixe na frente. Love marcou. Kaio Jorge finalizou na trave. Ramiro, Soteldo, Júnior Urso, Carlos Sanchez, Fagner, Derlis González, Sornoza, Pituca, Avelar, Alison e Henrique venceram Vanderlei e Cássio. Victor Ferraz carimbou a trave e o Corinthians festejou a classificação.

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Pitaco do Chucky. ‘Sargento’ Felipão, Abel Braga e Levir Culpi, o trio parada dura e refratário do ludopédio nacional. Julgam-se os donos da verdade, não aceitam críticas.

Rei do circo. O inglês Lewis Hamilton lidera o ranking dos pilotos que mais faturaram na Fórmula 1 até hoje. De acordo com a revista Forbes, ele já colocou no cofrinho a bagatela de US$ 489 milhões (R$ 1,8 bilhão). O pentacampeão mundial estreou no circo em 2007. O hepta Michael Schumacher, maior vencedor de GPs, aparece em segundo com US$ 464 milhões (R$ 1,78 bi). O espanhol Fernando Alonso fecha o pódio de ouro, com US$ 458 milhões (R$ 1,76 bi). O tetra Sebastian Vettel é o quarto, com US$ 458 milhões (R$ 1,37 bilhão).

Rei do circo 2. Apenas três pilotos aparecem no top 10 sem título mundial. Ralf Schumacher está em sétimo, com US$ 121 milhões (R$ 466 milhões), enquanto Rubens Barrichello e Felipe Massa estão empatados em nono, US$ 110 milhões (R$ 424 milhões). Completam a lista Kimi Raikkonen, Jenson Button e Jacques Villeneuve. A Forbes levou em conta apenas o salário e os bônus.

Zé Corneta. O chorão Felipão ameaçou tirar o time de campo, inconformado com o VAR. Que, se pudesse, mandaria o ‘sargento’ preparar melhor os periquitos em revista. Um elenco de estrelas sem brilho.

Zapping. Festa na plim plim: Palmeiras x São Paulo rendeu 30,1 pontos de audiência na grande Pauliceia dominada pela bandidagem, melhor ibope com o futebol neste ano. No duelo Corinthians x Peixe, há uma semana, a emissora cravou 29,3. Cada ponto corresponde a 73.015 domicílios sintonizados.

Sugismundo Freud. É fácil viver com os olhos vendados.

Meninas sem rumo. A seleção feminina de futebol perdeu para a Escócia por 1 a 0, em Murcia, na Espanha, e manteve uma invejável invencibilidade: nove jogos sem vencer, mais precisamente, nove derrotas consecutivas. A última vitória brasileira em jogos oficiais aconteceu em julho de 2018. Comandada pelo ‘professor’ Vadão, o time estreará na Copa do Mundo em 7 de junho, na França. Marta & Cia. estão no grupo C, ao lado de Austrália, Itália e Jamaica. Papelão à vista.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). Resumo do Choque-Rei: venceu quem tem Mundial.

Vitória da safadeza. O impávido e nada colosso Partido Social Liberal (PSL), do presidente Bolsonaro, resolveu jogar pesado contra a cartolagem: entrou com ação no STF pedindo a anulação de legislação que exige maior transparência nos clubes. E, de quebra, pune dirigentes corruptos e proíbe reeleições ‘ad aeternum’. O impoluto partido, presidido pelo deputado federal Luciano Bivar, ex-mandachuva do Sport, quer implodir o saudável Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro, aprovado em 2015.

Dona Fifi. Palmeiras, 8 ou 80: na venda de ingressos, Paulistão; no fracasso, Paulistinha.

Gilete press. De André Rocha, no Uol: “Em tempos de VAR, as reclamações [de Felipão] soam até ridículas. Pior ainda a revelação de que pensou em tirar o time de campo. Nenhuma surpresa para quem até hoje não assume nenhum equívoco na maior derrota da carreira. Sim, os 7 a 1 que hoje são relativizados e tratados como um acidente. Felipão não admite erro em 2014, assim como não reconhece que o Palmeiras poderia e deveria entregar muito mais desempenho. É a autoblindagem sem um pingo de coerência que conta com a cumplicidade do silêncio de muita gente, inclusive jornalistas.” Na mosca.

TItiti d’Aline. O moleque Vinicius Júnior encontrou um ombro amigo para ajudá-lo na recuperação de uma lesão. A brasileira Maria Júlia Mazalli, que participou do reality show de ‘De férias com o ex’, da MTV, está hospedada na mansão do jogador de 18 anos em Madri. Vinícius Júnior não quer mais sair de casa. Tempo integral a Maju.

Você sabia que… o soberano Tricolor eliminou o Palmeiras em 13 mata-matas e só morreu três vezes diante do coirmão?

Bola de ouro. VAR. Só mesmo os adoradores do conservadorismo detonam o assistente de árbitro, que também coloca ponto final na prepotência dos juízes. O glorioso VAR veio para ficar. Virou inimigo número um dos eternos reacionários, dos amantes da baderna, dos dinossauros.

Bola de latão. Corinthians. Uma vergonhosa aula de pragmatismo contra o Peixe. Merecia ser castigado com a eliminação.

Bola de lixo. Palmeiras. Antes de a bola rolar, o clube dançou a tarantela e exigiu que a FPF adotasse o VAR no Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Agora, quer destruir a engenhoca, desviar o foco de mais um fracasso em mata-mata, chororô orquestrado pelo ‘sargento’ Felipão.

Bola sete. “Estava com muita saudade dos gramados. Meus agradecimentos à torcida e ao Inter como um todo pelo acolhimento. Minha vida é o futebol e só quero jogar” (do peruano Guerrero, após cumprir 251 dias de gancho por doping e marcar o primeiro gol da vitória do Saci colorado sobre o Caxias por 2 a 0).

Dúvida pertinente. O ‘sargento’ Felipão não era o rei do mata-mata?

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Molecada do soberano Tricolor faz a mansão Allianz Parque chorar; Felipão queria tirar time de campo

Tiago Volpi defende pênalti de Zé Rafael
Volpi defende penalti de Ze Rafael e mata o Palmeiras

E a mansão Allianz Parque está se transformando em luxuoso recreio dos coirmãos. Ano passado, o milionário Palmeiras perdeu o título do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, para o Corinthians nos pênaltis. Nesta temporada, pelas semifinais, o Palestra voltou a dançar na marca da cal. Levou bucha da molecada do soberano São Paulo: 5 a 4, após ‘oxo’ no tempo regulamentar, na estreia de mestre Cuca.

O Tricolor volta a uma decisão do campeonato depois 16 anos. É verdade que não conseguiu quebrar o tabu de vencer a primeira na casa palmeirense (39.751 pagantes/R$ 2.665.699,30). Nem de encerrar um jejum de 10 anos sem ganhar um Choque-Rei. Ou assinalar um mísero gol no Palestra depois de seis anos.

Que se exploda o passado! O São Paulo está na final. O resto é prosopopéia flácida para acalentar bovinos – conversa fiada para boi dormir. O goleiro Tiago Volpi foi o grande personagem do Tricolor. Ele pegou a batida de Ricardo Goulart, desperdiçou a última cobrança da série (Prass defendeu) e espalmou o chute final de Zé Rafael, garantindo a vaga na decisão.

Mais uma vez, o VAR entrou em ação. Acertadamente, anulou um gol de Liziero e outro de Deyverson. Estavam impedidos. O chorão Felipão ameaçou tirar o time de campo, inconformado com o VAR. Que, se pudesse, mandaria o ‘sargento’ preparar melhor os periquitos em revista. Um elenco de estrelas sem brilho no bico da chuteira.

Na final, o São Paulo enfrentará o vencedor de Peixe x Corinthians. Independentemente do adversário, o primeiro jogo será no Morumbi.

O primeiro tempo se caracterizou por boa movimentação e intensidade das equipes, mas sem corresponder em emoções, principalmente depois dos 20 minutos, quando palmeirenses e são-paulinos passaram a se preocupar muito mais em trocar a bola por uma rinha de galos.

Nenhum drible ou jogada ensaiada. Muito menos triangulações. Mesmo sem exercer a pressão que se esperava por atuar em casa, o Palestra teve um pouco mais de controle da partida, porém sem preocupar o goleiro Volpi. Dudu pouco apareceu, o mesmo acontecendo com Ricardo Goulart e Deyverson.

Eficiente na marcação, com um meio de campo serelepe, o Tricolor apostou na correria dos moleques. E criou a melhor chance. Aos 44, Antony apareceu sozinho na direita, invadiu a área e chutou em cima de Fernando Prass.

Números do tico-tico sem fubá na etapa inicial: posse de bola – 50% a 50%; finalizações – 9 a 4 para o Palestra; passes certos – 132 a 118 para o Tricolor; passes errados – 11 a 7 para o Palmeiras; bolas levantadas – 12 a 5 para os palmeirenses; e escanteios – 5 a 2 para os periquitos em revista.

A equipe são-paulina voltou mais ofensiva no segundo tempo. Aos 3, Liziero chegou a correr para o abraço, mas sua senhoria, o assoprador de latinha Flavio Rodrigues de Souza, com a ajuda do VAR, anulou. Pouco depois, Scarpa fez boa jogada e carimbou a trave.

Aos 30, o VAR apareceu novamente. Deyverson estufou a rede, ao receber de Diogo Barbosa, comemorou, porém o assistente de árbitro jogou chope na água. O Palmeiras foi para cima nos últimos minutos, sem sucesso.

Nos pênaltis, Nenê, Everton Felipe, Hudson, Gonzalo Carneiro (de cavadinha) e Bruno Alves converteram. Tiago Volpi errou. No Palmeiras, acertaram Bruno Henrique, Gustavo Gómez, Luan e Diogo Barbosa. Ricardo Goulart e Zé Rafael distribuíram lenços para a torcida chorar.

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Pitaco do Chucky. A carruagem do milionário Palmeiras virou abóbora.

Combustível santista. O Peixe aposta em um adocicado café no bule para matar o Corinthians nesta segunda, pelas semifinais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Os jogadores receberam a promessa de uma bela xepa: R$ 20 mil para cada um, caso o time se classifique para a decisão. Nas quartas, contra o Red Bull, eles beliscaram um extra R$ 7 mil. Se o Peixe soltar o grito de campeão, a premiação será bem maior. O cachê de R$ 5 milhões, pago pela milionária e avarenta Federação Paulista de Futebol pelo título, deverá ser dividido entre atletas, comissão técnica e funcionários do departamento de futebol.

Zé Corneta. Em quatro duelos por semifinais, o Peixe sempre morreu na praia contra o Corinthians. No estadual, caiu em 1987 e 2001; na Libertadores, tombou em 2012; e no Brasileirão, dançou no mata-mata de 1998.

Talismã corintiano. A isca do bicampeão paulista para fisgar o Peixe é o pé de coelho Fabio Carille. No comando da equipe, o ‘professor’ coleciona apenas 16 triunfos em 18 mata-matas. Nunca perdeu um. Quando tombou, morreu com empate ou na marca da cal. Na Copa do Brasil de 2017, foi eliminado pelo Saci colorado nos pênaltis, após dois empates. Na mesma temporada, dançou o tango contra o Racing na Sul-americana. Perdeu a vaga no regulamento: gol marcado fora de casa pelo rival. Em clássicos, Carille soma 15 triunfos diante de Santos, Palmeiras e São Paulo. Empatou sete e perdeu somente três. Agora, só precisa de um empate.

Sugismundo Freud. Duvide do que vem fácil e nunca desista do que é difícil.

Meninas na pior. A dois meses da Copa do Mundo, a seleção feminina explode de felicidade o coração das adversárias. Pela primeira vez perdeu da Espanha (2 a 1, de virada) e colecionou a oitava derrota consecutiva sob o comando de Vadão. A última vitória do Brasil em jogos oficiais aconteceu contra o Japão, em julho de 2018, no Torneio das Nações. A estreia do time na Copa será em 9 de junho, diante da Jamaica. Nesta segunda, as meninas enfrentarão a Escócia.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). Inovação! Palmeiras contrata Bolt para ensinar Lucas Lima a correr.

Super-Raposa. O pão de queijo está por cima da carne seca na Libertadores É o único brasileiro com 100% de aproveitamento (três vitórias em três rodadas). Marcou quatro gols e não tomou nenhum. A competência da Raposa poderá ser premiada com a classificação antecipada já na próxima quarta. Se vencer o Huracan, da Argentina, lanterna do grupo B, garantirá uma das duas vagas da chave às oitavas de final.

Dona Fifi. Fiel preocupada: teme que Carille tenha escondido tanto o time nos treinamentos que não o encontre na hora do jogo contra o Peixe.

Gilete press. De Flavio Ricco, no Uol: “As mesas redondas de futebol [na TV] já superam todos os limites do razoável. E do suportável. Um número que nem dá mais para contar. O dia inteiro, a qualquer hora, uns três ou quatro podem ser encontrados discutindo os assuntos da bola. Os temas é que, na média, não variam. São sempre os mesmos.” Um horror!

Tititi d’Aline. Torcedor de carteirinha do New England Patriots, o ator Chris Evans, o ‘Capitão América’, fechou questão: enquanto Tom Brady apoiar o presidente Donald Trump, não representará o melhor quarterback da NFL no cinema. Evans abomina o ‘idiota’ Trump. Neymar e Medina são fãs de Bolsonaro.

Você sabia que… o Peixe de Sampaoli venceu apenas um dos últimos sete jogos, marcou apenas três gols e levou oito?

Bola de ouro. Garotada do Tricolor. Liziero, Luan, Antony e Igor Gomes não se intimidaram diante dos medalhões do Palmeiras, que tentaram ganhar no grito, e colocaram o soberano na final do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Resta saber até quando ficarão no ‘Armarinhos Leco’.

Bola de latão. Diego Costa. O atacante brasileiro naturalizado espanhol complicou a vida do Atlético de Madrid no jogo decisivo contra o Barcelona. Teve um chilique na metade do primeiro tempo, xingou o juiz e foi expulso. Com um a menos, o Atlético brigou muito, mas caiu no final – 2 a 0, gols de Luis Suárez e Messi. Faltando sete rodadas para o final do campeonato, o Barça abriu 11 pontos de vantagem na liderança. Acumula 73, contra 62 do Atlético.

Bola de lixo. João Souza, o Feijão. O tenista brasileiro foi suspenso preventivamente pela Tennis Integrity Unit, responsável por cuidar da honradez no esporte. Feijão, 30 anos, é suspeito de corrupção (manipulação de resultado) Além de não competir, ele também foi proibido de comparecer a qualquer torneio da ATP, ITF e Grand Slam. Feijão ocupa a 404ª posição no ranking da ATP e a 12ª na lista da ITF, a segunda divisão da bolinha. Em dezembro, o brasileiro Diego Matos recebeu o mesmo castigo.

Bola sete. “O que falta e não falta [para Arrascaeta ser titular] vai ficar sempre comigo. Só uma coisa tem que ficar clara: o Flamengo é escalado de dentro para fora” (do ‘professor’ Abel Braga, mandando recado curto e grosso à torcida e cartolagem).

Dúvida pertinente. Quando o ‘sargento’ Felipão vai parar de chorar, de querer enganar a torcida palmeirense após cada fracasso?

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Soberano Tricolor cercado de tabus por todos os lados na decisão contra o Palmeiras

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A molecada do soberano São Paulo vai encarar um Choque-Rei dos mais saborosos neste domingo, na decisão de uma vaga às finais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Mamão com açúcar para Liziero, Antony, Igor Gomes e Luan.

Depois de 16 anos, o Tricolor poderá voltar a uma decisão do campeonato. A última vez foi em 2003. A equipe caiu aos pés do Corinthians com dupla derrota por 3 a 2.

Em 2004, o time foi eliminado pelo São Caetano nas quartas de final. No ano seguinte, soltou o grito de campeão, mas o torneio era por pontos corridos; em 2006, no mesmo sistema, sagrou-se vice.

Já entre 2007 e 2018, o Tricolor foi eliminado nas semifinais, exceção de 2014 e 2016, quando se despediu nas quartas.

Segue o baile, com direito a flores do Palmeiras: o São Paulo não vence um Choque-Rei desde 2009. E há seis anos a equipe não assinala um mísero gol no amado coirmão pelo estadual. Desde o 3 a 3, em Presidente Prudente, pelo campeonato de 2012, o Palestra acumula seis triunfos e dois empates, com 13 gols marcados.

Dos grandes paulistas, o Tricolor é o único ‘virgem’ na mansão Allianz Parque. Levou bala nos sete duelos, tomou 21 gols e fez quatro (todos pelo Brasileirão).

De abril de 2011 para cá, o São Paulo disputou 86 clássicos contra Palmeiras, Corinthians e Peixe. Venceu 21, empatou 24 e tomou 41 bordoadas, aproveitamento de 33%. Sob o comando de CA de Barros e Silva, o popular Leco, foram oito vitórias, nove empates e 22 fracassos.

Sob festa da torcida (30 mil), o São Paulo realizou o último treino no Morumbi. Ao final, a torcida imitou a galera do Galo e gritou a plenos pulmões ‘eu acredito’. Além da garotada, a galera aposta suas fichas na estreia do mestre Cuca. Principalmente se usar calça vinho, símbolo de seu sucesso no comando do Palmeiras.

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Pitaco do Chucky. Vasco disputará vaga na final do Carioquinha, contra o Bangu, cheio de moral: jogadores se recusaram a ir para a concentração porque os salários estão atrasados.

Arapongas. O ‘professor’ Fabio Carille decidiu acabar com a farra do Ki-suco no Corinthians. Ele soube que ‘espiões’ entregaram o doce de leite a inimigos do interior e resolveu fechar os treinos. Ficou uma fera porque revelaram algumas jogadas de bola parada que havia treinado. Sentiu-se traído. Carille garantiu ter os nomes. “Como vocês [jornalistas] têm fontes que não falam, eu também não preciso falar, mas sei quem é. Para essas pessoas eu olho torto.” O treinador também prometeu dar menos entrevistas.

Zé Corneta. A ordem é pedalar e pagar: prefeito Bruno Covas construirá mais 173 km de ciclovias

Força da galera. O Peixe aposta na força da torcida para virar o jogo contra o Corinthians nas semifinais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, nesta segunda. A cartolagem acredita que o Pacaembu estará lotado (carga máxima de 37.545 ingressos). Assim, o Santos teria o maior público deste ano como mandante. O recorde (18.601 pagantes) pertence ao San-São, com renda de R$ 630.964.

Sugismundo Freud. No sucesso se conhece a quantidade de amigos, e na desgraça, a qualidade.

João-sem-braço. Não há dúvidas: o mimimi do Palmeiras contra a FPF é apenas uma muleta para o clube desviar o foco do principal alvo, o mau futebol apresentado pelo time do ‘sargento’ Felipão. Pragmatismo na melhor e mais repugnante essência.

Zapping. O afiado facão da RedeTV continua decepando cabeças: o comentarista Juarez Soares entrou na fila do RH.

Roda da fortuna. O Circo Brasileiro de Futebol confirmou à mamãe Fifa: as transações de jogadores nascidos no Brasil entre times de países diferentes movimentaram R$ 3 bilhões em 2018. Ao todo foram negociados 463 jogadores e dez jogadoras. Como, por exemplo o goleiro Allison, que deixou a Roma e foi para o Liverpool, por R$ 278 milhões, e o volante Paulinho, que saiu do Barcelona para um time chinês por R$ 230 milhões.

Caiu na rede. Sua mensagem foi recebida, visualizada e ignorada com sucesso.

Gilete press. Do pequeno grande Tostão, na Folha: “Falam que Pato não se tornou um grande craque porque não quis. Não acredito nisso. Ele, fora de campo, tem um comportamento parecido com a maioria dos jovens famosos, de fascínio pela fama, pela badalação nas redes sociais e pela companhia dos parças. Dentro de campo, apesar de demonstrar, em alguns momentos, técnica e habilidade dos grandes atacantes, falta-lhe o essencial, a lucidez nas decisões. É confuso, erra demais. O craque é o que torna simples o que é complexo. O craque não parece, é.” No alvo.

Tititi d’Aline. O atacante palmeirense Ricardo Goulart, 27 anos, ri à toa: vai ser pai em dose dupla. Sua mulher Diane, 30, está grávida de gêmeos. Eles se casaram há 10 anos. Serão os primeiros filhos do casal.

Você sabia que… dos 40 times das Séries A e B do Brasileiro, só o Cruzeiro ainda está invicto nesta temporada, com 12 triunfos e quatro empates?

Bola de ouro. Issak Hayik. Naturalizado israelense, o goleiro de 73 anos entrou para a história do ludopédio. Ele se tornou o jogador mais velho do planeta a entrar em campo. Nascido no Iraque, ele mora em Israel desde os quatro anos e defende o Ironi Or Yehuda, da quarta divisão do país. Hayik quebrou o recorde no duelo contra o Tzeirey Taibe, no fim de semana. A marca anterior pertencia ao uruguaio Robert Carmona: em 2015, aos 53 anos, vestiu a camisa do Pan de Azucar.

Bola de latão. Grêmio. O imortal cumpre campanha ridícula na Libertadores. Em três jogos, faturou apenas um ponto. Respira por aparelhos no grupo H. É o pior representante do futebol tupiniquim no torneio.

Bola de lixo. João Ricardo. O goleiro da Chapecoense foi flagrado no antidoping após a partida com o Mixto, em 6 de março, pela Copa do Brasil. O atleta foi suspenso preventivamente. A substância encontrada na urina do jogador não foi revelada. O volante Moisés, também do time catarinense, cumpre gancho por uso de corticoide.

Bola sete. “O Palmeiras precisa ser respeitado. A postura do nosso presidente está corretíssima. Não pode deixar que nossos milhões de torcedores sejam desrespeitados como foram no ano passado. Concordo plenamente com ele, que o campeonato perdeu valor para gente. É Paulistinha” (da ‘titia’ Leila Crefisa, conselheira, patrocinadora e futura presidente do clube – chororô).

Dúvida pertinente. Mascote da Copa América é uma capivara ou um castor sem rabo?

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Dragão devora misto do Peixe na Copa do Brasil; Grêmio respira na UTI da Libertadores

Soteldo em ação pelo Santos contra o Atlético-GO
O baixinho Soteldo encara a zaga dos goianos

O ‘professor’ Jorge Sampaoli poupou alguns jogadores para o embate com o Corinthians, pelas semifinais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, e o Peixe se complicou na luta por uma vaga à quarta fase da Copa do Brasil. O Atlético/GO venceu por 1 a 0, no estádio Antônio Accioly (10.525 pagantes/R$ 212.185).

O misto santista jogou a maior parte do segundo tempo com 10. O zagueiro Gustavo Henrique foi expulso. O Dragão goiano manteve 100% de aproveitamento como mandante nesta temporada.

No segundo jogo do mata-mata, na próxima quinta, o Atlético/GO garante a classificação com um empate. O Santos precisa derrotar o Dragão por dois gols de vantagem. Se ganhar por um, levará a decisão para a marca da cal. O time paulista pretende jogar no alçapão da Vila Belmiro, que passou por reforma.

A equipe goiana encarou o Peixe com muita disposição desde o início da partida. Apoiada pela torcida, chegou a criar três boas oportunidades. Aos 46, o goleiro Everson, substituto de Vanderlei, operou um milagre. O Santos também ameaçou, mas falhou na pontaria.

Na etapa final, a situação santista se complicou aos 7 minutos. Gustavo Henrique, que já tinha um cartão amarelo, fez falta em Pedro Raul e tomou o vermelho. Depois de o zagueiro Lucas Rocha salvar em cima da linha uma conclusão Sasha, o Dragão partiu para o ataque.

Com um a mais, procurou encurralar o Santos e chegou ao gol com Jorginho, de cabeça, aos 36. O Peixe sentiu o golpe e não teve forças para reagir.

Pela Libertadores, o Grêmio sofreu a segunda derrota e se encontra na UTI do grupo H. Após levar bala do Universidad Católica (1 a 0), no San Carlos de Apoquindo, em Santiago, o imortal gaúcho tem apenas um ponto, após três rodadas, e divide a lanterna com o Rosario. O Libertad lidera a chave com nove, três a mais que o Universidad.

Apontado como favoritaço na chave, o Grêmio voltou a decepcionar. O único gol da partida foi assinalado por Saéz, aos 16 minutos do primeiro tempo. O atacante aproveitou um cruzamento de Magnasco.

O Tricolor gaúcho abusou dos erros e da falta de criatividade. Tanto que o goleiro Dituro passou a maior parte do jogo trocando figurinhas com os repórteres. Ele fez apenas uma grande defesa, em chute de Cortez.

Na bacia das almas, Paulo Victor evitou o segundo gol dos chilenos após cabeçada de Riascos. Na próxima quarta, o Grêmio receberá o Rosario. É vencer ou vencer. No mesmo horário, a Catolica pegará o Libertad. Antes, o Tricolor disputará o segundo jogo da semifinal do Gauchinho, contra o São Luiz, no domingo.

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Corinthians troca chuteira por salto alto e sofre para garantir classificação na Copa do Brasil

Clayson, o melhor do time, saiu para a entrada de Walter

O Corinthians colocou o regulamento debaixo do braço, trocou a chuteira pelo salto alto e entrou em campo a fim de treinar para as semifinais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago, contra o Peixe. Mas deixou a Fiel aflita no Itaquerão, minha casa minha vida (34.639 pagantes/R$ 1.241.132,50). Cássio foi expulso aos 20 do segundo tempo.

A equipe levou um sufoco do Ceará, perdeu por 1 a 0 e por muito pouco não complicou a classificação à quarta etapa da Copa do Brasil. Salvou-se por ter ganhado o primeiro duelo por 3 a 1, em Fortaleza. O Corinthians estava invicto havia 13 jogos – sete vitórias e seis empates.

Depois de cinco minutos de bom futebol, com Clayson mandando uma bola na trave, o Corinthians se acomodou. Apático, viu o Vozão crescer e tomar conta da partida. Aos 26, Tiago Alves marcou de cabeça, só que estava impedido. O time corintiano, sem criatividade e vontade, raramente incomodou a zaga cearense.

O domínio do Ceará continuou no segundo tempo. O Corinthians manteve o tico-tico sem fubá, à espera do apito final. Aos 20, a Fiel passou a rezar. Ralf atrasou mal para Cássio, que defendeu com as mãos fora da área e foi expulso. Entrou Walter e saiu Clayson, o melhor do time.

Veio o sufoco. E de nada adiantou a torcida pedir Pedrinho. Após duas boas chances e uma bola na trave, com Fernando Sobral, o Vozão marcou aos 42: o ex-corintiano Roger fez a festa, de cabeça. Após o gol, o Ceará foi para cima e obrigou Walter a fazer duas belas defesas. Se assinalasse o segundo tento, levaria a decisão para os pênaltis.

Pela Libertadores, o Flamengo decepcionou a torcida (61.576 pagantes/R$ 2.662.773,50) e perdeu para o Peñarol por 1 a 0, no ‘new Maraca’. O Rubro-negro disputou uma péssima partida. Sem criatividade e esbanjando afobação, o time carioca sofreu a primeira derrota na competição.

De quebra, foi ultrapassado pela equipe uruguaia no grupo D. Peñarol e Flamengo têm seis pontos, mas os uruguaios lideram no saldo de gols, 3 a 2. A LDU tem quatro, e o San José, um.

O gol do Peñarol foi assinalado por Viatri, que havia saído do banco, aos 42 do segundo tempo. O Urubu jogou com um a menos desde os 29 da etapa final: Gabigol foi expulso. Antes do jogo, vândalos uruguaios e rubro-negros quebraram o pau na zona sul. Um torcedor carioca ficou gravemente ferido. Vários uruguaios foram detidos.

Gabigol lamenta chance perdida na partida contra o Peñarol Foto: MARCELO THEOBALD / Agência O Globo
Gabigol deixou o Flamengo com 10

Pelo grupo B, em Guayaquil, a Raposa bateu o Emelec por 1 a 0 e manteve 100% de aproveitamento – três jogos, três vitórias. Rodriguinho, no primeiro tempo, assinalou o tento da vitória.

A Raposa praticamente encaminhou a classificação ao mata-mata depois de superar o Huracan (1 a 0, fora de casa), o Deportivo Lara (2 a 0, no Mineirão) e agora o Emelec. O time mineiro é líder disparado da chave, com nove pontos. O Deportivo Lara, que passou pelo Huracán (2 a1) é o segundo, com quatro. Depois, aparecem Emelec, com dois, e o Huracán, com um ponto.

No Mineirão (40.857 espectadores/R$ 1.053.290), o Galo faturou os três primeiros pontos no grupo E e continua vivo no torneio. A equipe foi do inferno ao céu no embate contra o Zamora. Levou dois gols (Gallardo e Paiva) no primeiro tempo e, com muita raça, virou no segundo. A reação começou com Maicon Bolt. Vinicius deixou tudo igual e Fábio Santos, de pênalti, garantiu a vitória. Oscar Hernandez, do Zamora, foi expulso aos 29 da etapa final.

O Galo ocupa a terceira posição no grupo, com três pontos. O Zamora é o lanterna com zero. O Cerro Porteño lidera com nove. Será o inimigo do Galo na próxima semana, em Assunção. O Nacional do Uruguai ocupa a segunda colocação, com seis.

No Beira-Rio, diante de 47.012 torcedores (R$ 2.228.646), o Saci colorado deu a impressão de que passaria sem sustos pelo River Plate e continuaria com 100% de aproveitamento. Abriu dois gols de vantagem, com Nico López e Edenilson, mas se acomodou e permitiu o empate em 2 a 2.

Apesar do resultado, o time gaúcho continua tranquilo no grupo A da Libertadores, com sete pontos em três rodadas. O River, que ainda não venceu, acumula três na terceira posição. O Palestino bateu o Alianza Lima por 3 a 0 e está em segundo, com quatro. Os peruanos carregam a lanterna, com 1.

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Em crise, time do papa Francisco ‘rouba’ a liderança do Palmeiras na Libertadores

Mesmo diante de um San Lorenzo inferior tecnicamente e em crise, o Palmeiras decepcionou e perdeu por 1 a 0, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires. O único gol do time do papa Francisco foi marcado pelo lateral Herrera (foto). Com o triunfo, os hermanos assumiram a liderança do grupo F da Libertadores, com sete pontos. O Palmeiras, que estava com 100% de aproveitamento, acumula seis. O Palestra sofreu a segunda derrota na temporada – a primeira foi contra o Corinthians (1 a 0), em 2 de fevereiro, pelo estadual.

Sem Ricardo Goulart (lesionado) e Gustavo Scarpa (liberado por causa da morte da avó), o ‘sargento’ Felipão adotou um esquema mais defensivo, colocando Thiago Santos, Bruno Henrique e Moisés no meio de campo. Goulart e Scarpa são os artilheiros do time, com quatro gols cada.

Os hermanos chegaram a ter mais posse de bola em boa parte do primeiro tempo, mas sem criar muitas dificuldades à zaga do Palestra. O melhor momento aconteceu num chute de Castellani na trave.

Superior tecnicamente, o Palmeiras criou mais chances, mesmo explorando pouco o talento de Dudu. Também insistiu demais em inúteis cruzamentos, até em cobrança de laterais.

A grande jogada dos periquitos em revista saiu numa bicicleta de Moisés. Ele matou no peito, girou e acertou a trave.

O Palmeiras voltou do vestiário com Felipe Melo e Lucas Lima. Saíram Thiago Santos e Bruno Henrique, respectivamente. Objetivo: tornar o meio de campo mais criativo na saída de bola. E evitar que Thiago Santos e Bruno Henrique recebessem o segundo cartão amarelo e fossem expulsos.

Felipe Melo deu conta do recado. Já Lucas Lima se mostrou indolente desde o início da etapa final. Felipão poderia ter colocado Zé Rafael ou Arthur, já que Deyverson estava muito isolado na frente. Uma presa fácil para o San Lorenzo.

Aos 5 minutos, festa no Gasómetro. O lateral-direito Herrera avançou, cortou para o meio e, livre de marcação, chutou no canto direito de Weverton. Bobeada geral dos palmeirenses.

O Palmeiras partiu em busca do empate desordenadamente. Na base do abafa. Sem técnica e equilíbrio. Nenhuma jogada ensaiada. Usou e abusou da velha bola parada e dos arremessos laterais para o miolo da área, características dos times de Felipão.

No fim, a última e frustrada tentativa: Raphael Veiga entrou na vaga de Felipe Pires. Nada se alterou. Com uma defesa sólida, o San Lorenzo segurou a vitória. O time treinado por Jorge Almirón carrega a lanterna do Campeonato Argentino. O clube foi punido com a perda de seis pontos por irregularidades na inscrição de jogadores e também por atrasos de salário. Ganhou apenas três partidas em 24. Tem 22 pontos.

O próximo jogo do Palestra será contra o soberano Tricolor, domingo, na mansão Allianz Parque, pelas semifinais do Paulistinha, a pré-temporada com ingresso pago. Pela Libertadores, dia 10, diante do Junior Barranquilla, também em casa.

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Pitaco do Chucky. Bolsonaro no Muro das Lamentações: lágrimas de crocodilo.

Xodó do apito. Em 11 jogos, o atacante Bruno Henrique marcou seis gols, deu seis assistências, virou xodó da torcida do Fla… e também dos assopradores de latinha. Ele ganhou dois cartões vermelhos (Vasco e Fluminense) e seis amarelos no total (cinco no Carioquinha e um na Libertadores). É o rei da indisciplina no Urubu.

Zé Corneta. O judô brasileiro tem tudo para brilhar nos Jogos do Japão, em 2020: nos últimos anos, mais precisamente desde 2013, o patrocínio desabou de R$ 28 milhões para R$ 5,2 milhões.

Mergulho milionário. A torcida vibra, o mandachuva e raios CA de Barros e Silva, o Leco, está em êxtase com o chapéu dado no coirmão Palmeiras e o mestre Cuca engole o sapo, aprovando uma transação que havia desaconselhado. Mas o segundo mergulho de Pato no soberano São Paulo deixou conselheiros de nariz torcido. Não pelas qualidades técnicas do atacante, ‘um craque’ no paupérrimo momento do ludopédio nacional, e sim pelo exagerado tilintar das moedas em um atleta mais ambicioso pelos holofotes fora de campo, como celebridade, do que por transformar-se em estrela de programas esportivos. De salário de R$ 350 mil a R$ 44 milhões por três anos e nove meses.

Sugismundo Freud. Nada é de graça, tudo tem um preço.

Cala-boca. O soberano São Paulo está podendo. Apesar de Tchê Tchê atravessar mau momento, escanteado pelo Dynamo de Kiev, o Tricolor topou pagar 5 milhões de euros (R$ 22 milhões) pelo meio-campista de 26 anos. O ex-palmeirense foi uma exigência de mestre Cuca. Que só teria engolido Pato porque CA de Barros e Silva, o badalado Leco, prometera adoçar seu menu com Tchê Tchê.
Caiu na rede. Pode crer, ainda VAR dar muita confusão.

‘Jênios’. O apoio do Palmeiras ao time feminino é sensacional. O duelo com as meninas do soberano Tricolor poderia ser a preliminar do Choque-Rei decisivo do Paulistinha, a pré-temporada, na mansão Allianz Parque, mas a cartolagem optou por um outro palco. O confronto entre as garotas será em Guarulhos e, acredite se quiser!, no mesmo horário da semifinal dos marmanjos.

Dona Fifi. A cada dia que passa, os santistas são surpreendidos pelo comportamento do ‘professor’ Jorge Sampaoli fora de campo. A última do hermano: vai ao trabalho de bike.

Gilete press. De Galvão Bueno, no SporTV: “A seleção, desde o jogo contra a Bélgica, jogou oito vezes. Venceu sete e empatou uma. Fantástico, né? Mas não é motivo de alegria nem de empolgação. Por que será? Por que a seleção vence e mesmo assim coleciona pontos de interrogação? Os jogadores não estariam ficando reféns da tática e esquecendo o improviso? A decisão dentro de campo, a surpresa […] Eu queria confessar uma coisa: não vejo a seleção em campo há muito tempo.” Te cuida, Tite!

Tititi d’Aline. O centroavante rubro-negro Gabigol aproveitou uma folga, pegou uma ponte aérea e aterrissou em São Paulo para curtir uma balada, mais precisamente a DJ Bárbara Labres. Participante do programa ‘Central da Copa’, ela destruiu o coração de Gabigol ao revelar que tem uma namorada. O atacante ficou só no cheirinho.

Você sabia que… o Sport tem a melhor média de público da temporada entre os clubes da Série B do Brasileiro, com 6.163 torcedores por jogo?

‘Bola de ouro’. Pato. O atacante gosta tanto do soberano Tricolor, mas tanto, que seu ‘papai’ avisou o gerente do Palmeiras, Alexandre Mattos, que, se o clube igualasse a proposta do Tricolor, o filho iria mergulhar belo e formoso no ninho dos periquitos em revista.

Bola de latão. São Paulo. O departamento de marketing do soberano é mesmo o tal: usou uma foto de Tchê Tchê comemorando um gol na época em que defendia o Palmeiras num clássico contra… o Tricolor.

Bola de lixo. Carioquinha. Então ficamos assim: os ‘sábios’ decidiram que Fluminense e Bangu poderão soltar o grito de campeão mesmo sem vencer um turno do ridículo campeonato. O Vasco faturou a Taça Guanabara (primeiro turno) e vai encarar o Bangu. O Flamengo levantou a Taça Rio (returno) e enfrentará o Fluminense pela quarta vez. A grande vantagem de vascaínos e rubro-negros: garantirão a vaga com um empate… se nada mudar até início dos jogos.

Bola sete. “O VAR é muito chato. Juiz não apita mais. Parece menino de condomínio, que apanha e corre pra mãe” (do blogueiro Menon, no Uol – pode ser, pode não ser).

Dúvida pertinente. Antony, Liziero, Igor Gomes ou Helinho, quem o soberano São Paulo vai vender primeiro para pagar a conta?

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