Medina conquista o bicampeonato mundial de surfe e salva o Natal da Fiel

Após título mundial, Medina fecha ano com vitória inédita do Havaí:

O bando de loucos está em festa. Se dentro de campo o Corinthians foi um fiasco, escapando da degola na penúltima rodada do Brasileirão, na prancha conquistou o planeta pela segunda vez. Gabriel Medina faturou o título mundial de surfe em Pipeline, no Havaí. Ele ganhou o bicampeonato ao ‘dar um caldo’ no sul-africano Jordy Smith na semifinal.

Em 2014, Medina entrou para a história como o primeiro brasileiro a dominar o circuito. Agora, volta a cravar seu nome como único brasuca bicampeão.

Medina disputava o título com o australiano Julian Wilson, que também foi à final, mas a classificação à decisão garantiu o título antecipadamente. Na luta contra Wilson, o corintiano levou a melhor, tornando-se o segundo brasileiro a vencer no Havaí, repetindo a façanha de Adriano de Souza, o Mineirinho, em 2015.

O paulista superou o australiano por 18.43 a 16.70. “Pipe Masters é diferente de tudo. Eu trabalhei muito duro para conseguir isso”, comemorou Medina.

A regularidade foi a grande arma de Medina no campeonato deste ano. Ele começou mal em Gold Coast, na Austrália, mas se recuperou e entrou na briga para valer com vitórias seguidas no Taiti e no Surf Ranch, nos EUA.

Depois, chegou às semifinais na França e em Portugal. Aterrissou em Pipeline como grande favorito e não decepcionou. O surfista corintiano de Maresias estreou no circuito em 2011. No dia 22, Medina completará 25 anos. O campeão voltou.

Os reis da última década
2018 – Gabriel Medina (BRA)
2017 – John John Florence (HAV)
2016 – John John Florence (HAV)
2015 – Adriano de Souza (BRA)
2014 – Gabriel Medina (BRA)
2013 – Mick Fanning (AUS)
2012 – Joel Parkinson (AUS)
2011 – Kelly Slater (EUA)
2010 – Kelly Slater (EUA)
2009 – Mick Fanning (AUS)
2008 – Kelly Slater (EUA)

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Pitaco do Chucky. Viva 2019: apenas 11 feriados e só três prolongados. Que dureza!

Viagem corintiana. O mandachuva e raios Andrés ‘Desmanchez’, seus pares e ímpares viajam no espeto de farofa: apostam em um faturamento de R$ 42 milhões com patrocínios no enxoval corintiano em 2019, metade do que o coirmão Palmeiras faturou neste ano. O clube também sonha com outros dividendos: R$ 240 mi de direitos de TV, R$ 21 mi da Nike, R$ 9,9 mi de licenciamentos, R$ 6 mi do Fiel Torcedor e R$ 75 mi de bilheteria (destinados ao pagamento do Itaquerão). Depois do toma lá dá cá, o Corinthians espera fechar o ano com superávit de R$ 650 mil.

Zé Corneta. João de Deus, o diabo na terra de Abadiânia.

Farsa. Quando a esmola é demais o santo desconfia. Pois é, era mesmo muito molho para o macarrão da mamma. Nada menos que R$ 1,4 bilhão por um carimbo no enxoval palmeirense ao longo de uma década. Uma farsa eleitoreira apresentada pela oposição (Genaro Marino) um dia antes de o presidente Mauricio Gagliotte ser referendado pelos associados para continuar por mais três anos no trono dos periquitos em revista. A máscara do engodo caiu rapidamente. O Palestra foi atrás de informações sobre a Blackstar International e descobriu que a bilionária proposta feita por Rudnei Quicoli, representante da empresa com sede em Hong Kong, tinha o mesmo valor de uma nota de R$ 3. Uma cascata maior que a cachoeira de Paulo Afonso. O Palmeiras recebeu um e-mail do HSBC informando que os documentos apresentados eram falsos, a Blackstar não tinha conta e nem depósito na instituição.

Sugismundo Freud. A tolice é uma planta que cresce sem precisar de água.

Luvas de pelica. O oba-oba em torno do presidente eleito Jair Bolsonaro na festa do decacampeão Palmeiras, ao final do embate contra o Vitória, no pontapé final do Brasileirão, ainda enche de orgulho alguns jogadores. Um dos líderes do grupo, o goleiro Fernando Prass rasgou elogios à presença de Bolsonaro na entrega das medalhas no palco da mansão Allianz Parque: ‘Ali é um momento dos jogadores. As festas para a entrega de troféus em nosso país são sempre muito complicadas.’ A muralha de luvas guardou ótimas recordações do carnaval. Uma delas em especial: os companheiros saíram para dar a volta olímpica e ele simplesmente ficou a ver navios, não conseguiu pegar a taça porque havia um paredão humano a sua frente.

Luvas de pelica 2. A convite do Circo Brasileiro de Futebol, Bolsonaro não apenas levantou o caneco, como também entregou medalhas aos atletas, comissão técnica e cartolagem. Não foram poucos os jogadores que bateram continência ao presidente antes de receberem o mimo. Fernando Prass optou por um cumprimento discreto: ‘É sempre muito complicado misturar futebol, política e religião.’ O atleta isentou o Palestra da politicagem. Culpou a casa maldita do ludopédio nacional, ávida por voltar a viver uma lua de mel com os poderosos de Brasília, após a derrocada da ‘bancada da bola’ nas últimas eleições.

Caiu na rede. Fluminense: zum zum zum, não vai sobrar nenhum.

Zapping. O facão continua afiado no SporTV. Depois do comentarista Lito Cavalcanti (24 anos de casa), o RH chamou Paulo César Vasconcellos para um cafezinho amargo. O ex-diretor de redação deixará a emissora após 23 anos.

Mico mineiro. O presidente da Raposa, Wagner Pires de Sá, é extremamente meticuloso: não pôde embarcar para assistir ao sorteio da Libertadores, no Paraguai, porque esqueceu o passaporte em BH. O cartola até pegou um avião para São Paulo, mas na hora agá….

Gilete press. De Jaeci Carvalho, do Estado de Minas: “Os clubes brasileiros vivem mesmo no país da fantasia e da ilusão. Quando vejo equipes interessadas em repatriar Paulo Henrique Ganso, percebo o quanto os dirigentes são irresponsáveis com o dinheiro alheio. Ganso é um excepcional artista com a bola, espécie “foca de circo”, mas péssimo jogador do ponto de vista de ajudar o time. Foi para o Sevilla, vendido a peso de ouro, e não conseguiu jogar lá. Emprestado ao Amiens, também não consegue ser titular. Aí a gente abre os jornais brasileiros e lá está a disputa de São Paulo, Internacional, Flamengo e outros clubes pelo atleta. Uma brincadeira de mau gosto.” Há controvérsias?

Tititi d’Aline. Cansado de ouvir conversa fiada da cartolagem do Besiktas sobre as dificuldades de caixa, o zagueiro brasileiro naturalizado português Pepe, 35 anos, rescindiu o contrato com o time turco. O acordo iria até junho de 2019. Antes de limpar o armário, Pepe pagou os salários atrasados de alguns funcionários do clube, como cozinheiros e cortadores de grama. Ex-Real Madrid, Pepe marcou cinco gols em 17 jogos pelo Besiktas.

Você sabia que… a contratação do hermano Jorge Sampaoli quebrou um jejum de 40 anos sem o Peixe ter um ‘professor’ gringo?

Bola de ouro. Messi. O hermano está estraçalhando no Barcelona. Um show a cada jogo. É o rei.

Bola de latão. Marinho. O atacante do Grêmio escorregou feio na casca de banana ao se oferecer para o Flamengo. Provocou o maior auê, irritou a torcida gaúcha e agora deve ser negociado, mas não para o Rubro-negro. Vai ficar só na vontade.

Bola de lixo. José Mourinho. O gajo do Manchester United parou no tempo e vem acumulando uma série de fracassos. Adepto do pragmatismo, o ‘professor’ tomou um passeio do Liverpool. A torcida dos Diabos Vermelhos pede a cabeça do treinador. O ‘Special One’ já era.

Bola sete. “O Facebook montou um departamento de esportes no país. A ideia é disputar os direitos de transmissão de competições como o Campeonato Brasileiro” (de Maurício Lima, em Veja – plim plim).

Dúvida pertinente. Jorge Sampaoli, um ‘professor’ com prazo de validade no aquário da Vila Belmiro?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br

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