Com recorde, Neymar comanda vitória do PSG sobre o Liverpool na Champions

A turma do contra vibra como nunca: ao marcar o segundo gol na vitória do Paris Saint-Germain sobre o Liverpool por 2 a 1, no Parque dos Príncipes, em Paris, Neymar (foto) se tornou apenas o maior artilheiro brasileiro da história da Champions. Chegou a 31 gols, um a mais que Kaká. Rivaldo aparece em terceiro, com 27, à frente de Jardel e Elber, com 25. O top 10 tem ainda Luiz Adriano (21), Ronaldinho (18), Juninho Pernambucano (18), Willian (17) e Hulk (17).

Um dos melhores em campo, Neymar cravou o recorde aos 36 minutos do primeiro tempo. Ele puxou um contra-ataque e acionou Mbappé na esquerda. O francês cruzou rasteiro para Cavani arrematar. O goleiro brasileiro Alisson defendeu parcialmente, Neymar pegou o rebote e colocou no canto esquerdo. Na festa, cantarolou o funk ‘Parado no Bailão’, de MC da Vinte e MC Gury.

O PSG abriu o placar com Bernat, aos 13. Milner, de pênalti, assinalou o tento do time inglês, que teve nas arquibancadas um torcedor ilustre: o pinguim Mick Jagger, líder dos Rolling Stones. Por uma daquelas coincidências que somente a rainha Elizabeth poderia explicar no chá das cinco, a equipe francesa marcou o primeiro gol pouco depois de a TV mostrar Mick Jagger.

A vitória era fundamental para o PSG continuar na briga por uma vaga às oitavas de final da Champions. Na última rodada da fase de classificação, o PSG precisa vencer o Estrela Vermelha fora de casa. O duelo será em 11 de dezembro. Se bater os sérvios e o Napoli tropeçar diante do Liverpool, o PSG ficará em primeiro lugar. Se perder ou empatar, terá de torcer para o Liverpool não vencer os italianos.

O Napoli, que derrotou o Estrela Vermelha por 3 a 1, lidera o grupo C com nove pontos. O PSG tem oito, dois a mais que o Liverpool. O Estrela Vermelha carrega a lanterna, com quatro.

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Pitaco do Chucky. Jair Ventura vai passar as festas de fim de ano na fila do desemprego. O ‘professor’ se despedirá após o jogo contra o Grêmio.

Na deriva. Sob a alegação de que pretende tocar projetos pessoais em 2019, o ex-jogador Ricardo Rocha deixará o soberano Tricolor. Por uma daquelas coincidências que só mesmo o ‘mestre Pafúncio’ poderia explicar, RR decidiu abandonar o barco após ser colocado para escanteio nas últimas decisões do chefe Raí, como a demissão do ‘professor’ Diego Aguirre. RR foi contratado em dezembro de 2017 por um doce café no bule, algo em torno de R$ 80 mil mensais. Especializou-se em dar a camisa do clube na apresentação de um reforço. E também em contar piadas ao elenco. Ou seja, não deixará um pingo de saudade. O uruguaio Lugano, que belisca R$ 90 mil por mês, continua no cargo. Por enquanto.

Zé Corneta. Que Felipão que nada. Lisca Doido é o cara.

Bolsa Verdão. E o presidente reeleito Mauricio Gagliotte, hein? Também é decacampeão em mão aberta. Em um ano, o chefão do Palmeiras gastou mais de R$ 150 mil em ingressos e camarotes para shows realizados na mansão Allianz Parque. Também bancou rodízios de pizza para conselheiros, gastos com faixas de campeão paulista de 2018 (o time foi vice) e canetas personalizadas. Os gastos com 18 shows aconteceram entre abril de 2017 e março de 2018. As informações partiram de amigos da onça e integrantes do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Sugismundo Freud. A vida sempre termina em lágrimas.

Bolsa Verdão 2. O dadivoso Gagliotte banca ainda cerca de R$ 100 mil mensais como auxílio-moradia a funcionários e atletas. Um dos privilegiados é o ‘sargento’ Felipão, apesar de ganhar R$ 800 mil de salário. Belisca R$ 10 mil. O gerente Alexandre Mattos, que fatura mais de R$ 200 mil, é outro abençoado pela roda viva ‘quem quer dinheiro?’ Entre os atletas, Gustavo Gomes e Borja.

Caiu na rede. Galo a caminho das bodas de ouro: 47 anos sem título do Brasileirão.

Troca de sexo. O bandeirinha espanhol Cesar Noval é uma estrela fora de campo. Cirurgião plástico, ele ganhou as manchetes da mídia por completar uma operação de troca de sexo em 18 horas. Noval é um dos principais auxiliares do quadro de árbitros da federação. Antes e depois das partidas, vários jogadores procuram o médico para fazer uma ‘consulta’. Um dos pacientes é o zagueiro Sergio Ramos, do Real Madrid.

Zapping. A mesa do chute: Fox Sports Rádio. Seus integrantes adoram lançar balão de ensaio.

Gilete press. De Mauro Cezar Pereira, no ‘ESPN’. “O elenco do Flamengo está avaliado em € 76,2 milhões (R$ 322,5 mi), um dos dois mais caros do Brasil ao lado do Palmeiras, com € 76,9 milhões, segundo o site ‘Transfermarket’. O do Botafogo vale € 31,3 milhões (R$ 132,4 mi), o do Vasco registra € 30,1 milhões (R$ 127,4 mi) e o do Fluminense € 28,7 milhões (R$ 121,5 mi). Isso significa que, sozinho, o grupo de jogadores rubro-negros tem valor de mercado equivalente a mais de 85% da soma de investimentos dos três outros cariocas. Dizem que dinheiro não é tudo. Alguma dúvida?” No alvo.

Dona Fifi. A Fiel deve empoderar o ‘professor’ Jair Ventura e o chefão Andrés ‘Desmanchez’ depois do Brasileirão?

Tititi d’Aline. O ex-piloto Nelson Piquet diz sempre que o vice-campeão é o primeiro derrotado. Mas no Flamengo é motivo de comemoração. Ao atingir 72 pontos, o time estabeleceu um recorde no Brasileirão. Quebrou a marca de 2016, quando chegou a 71. Certamente a torcida ficaria muito mais satisfeita com os 67 de 2009, ano do último caneco.

Você sabia que… o ex-jogador Oscar Schmidt, o Mão Santa’, cobra R$ 40 mil por uma palestra.

Bola de ouro. CSA. Novo integrante da elite do Brasileirão, o time alagoano cravou o terceiro acesso consecutivo. Em 2016, disputava a Série D e foi vice-campeão. Ano passado, faturou o caneco da terceirona. E agora, com 61 pontos, fechou a Série B na segunda colocação.

Bola de latão. Governo mineiro. Há 30 meses não repassa os R$ 8,5 milhões mensais prometidos à Minas Arena, empresa que administra o Mineirão.

Bola de lixo. André. Contratado em março por R$ 10 milhões, o centroavante não corre para o abraço no Grêmio desde 1º de setembro. Ex-Sport, André marcou apenas quatro gols em 28 jogos pelo imortal. Menção honrosa: Nenê ‘Biquinho’. O são-paulino encara um jejum de 15 partidas sem comemorar um gol.

Bola sete. “Conmebol tem a chance de fazer alguma coisa certa em 102 anos de existência. Não há o menor ambiente para acontecer a final Já era… A única saída agora é decretar o Boca campeão, punir o River e dar exemplo, algum alento de dignidade para o futuro da Libertadores.” (de André Rizek, do ‘SporTV’ – na mosca).

Dúvida pertinente. O Palmeiras vai mandar uma medalha de campeão ao ‘professor’ Roger Machado?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br

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