Toma lá, dá cá: Palmeiras vende Mina por R$ 45 mi, e Barça negocia Mascherano por R$ 34 mi

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Colombiano Mina: substituto de Mascherano na zaga do Barcelona 

Há que se reconhecer: o Palmeiras fez um grande negócio com a venda do zagueiro Yerri Mina, 23 anos, ao Barcelona. Bateu o martelo em 11,8 milhões de euros (R$ 45,7 milhões).

Os periquitos em revista repassarão algo em torno R$ 9,1 milhões ao Santa Fé, que tinha 20% dos direitos econômicos do atleta. O Palestra ainda devolverá o café no bule investido pelo ex-presidente Paulo Nobre na compra de Mina: R$ 11,7 milhões em 2016, com juros e correção monetária.

No toma lá, dá cá o Palmeiras colocará no cofre pouco mais de R$ 25 milhões, já que o time espanhol concordou em arcar com o mecanismo de solidariedade da mamãe Fifa – os clubes formadores do atleta dividem 5% de cada transferência.

O colombiano entra para a história como a segunda maior venda do Palmeiras na década. Fica atrás somente do menino Jesus, negociado ao Manchester City por 32,7 milhões de euros (R$ 121 milhões), em dezembro de 2016. Mina disputou 49 jogos com a camisa do Palestra e marcou nove gols. A multa rescisória é de 100 milhões de euros (R$ 390 milhões).

Mina deveria se apresentar ao Barcelona depois da Copa da Rússia. O clube espanhol, porém, antecipou a transação e desembolsou mais do que estava previsto (9 milhões de euros) para ter o jogador agora.

Motivo: vendeu o hermano Javier Mascherano, 33 anos, ao chinês Hebei Fortune por 10 milhões de euros (R$ 33,8 milhões). Ou seja, o Barcelona precisou colocar pouco mais de 1,8 milhão de euros para ter um zagueiro 10 anos mais jovem e de ótima qualidade técnica.

Certamente Mina cairá como luva na zaga da equipe catalã. Que conseguiu um excelente companheiro para jogar ao lado de Piqué por uma mixaria, ‘dinheiro de pinga’ para um clube que recentemente contratou o brasileiro Philippe Coutinho por 160 milhões de euros (R$ 622 milhões)   .                      

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Pitaco do Chucky. Vasco, a Coreia do Norte do democrático capitão gancho Eu-rico Miranda.

Facão no Peixe. Atolado em dívidas, o Santos pode até cortar o cafezinho no aquário da Vila Belmiro para economizar alguns trocados. A ordem do novo presidente, José Carlos Peres, é apertar o cinto, ‘duela a quien duela’. Vários funcionários já foram convidados a visitar o RH. Boa parte deles ganhava R$ 10 mil ou mais. Jogadores do time B devem seguir o mesmo caminho. A ideia é aproveitar a equipe para colocar promessas das categorias de base. “Não servirá mais como berço de empresário”, garante Peres. O time só se reapresentará no fim deste mês. A volta ao batente seria no início da semana.

Zé Corneta. Fluminense, exemplo de profissionalismo: atleta chega como jogador e sai como credor.

Master Tricolor. Não se pode negar: o popular CA de Barros e Silva está realizando um trabalho hercúleo para montar o time de… master do soberano São Paulo. Depois de acertar com Raí para gerenciar o departamento das chuteiras do clube, o mandachuva e raios convocou o ex-zagueiro Ricardo Rocha, que trabalhava como comentarista ‘água com açúcar’ na SporTV. O uruguaio Lugano também deve assinar com o clube. Oscar e Careca já estão de prontidão à espera de um chamado.

Sugismundo Freud. Eleve as palavras e não a voz, porque é a chuva que faz crescer as plantas e não o trovão.

Pé de obra. Levantamento do Circo Brasileiro de Futebol informa que 1.630 jogadores (amadores e profissionais) deixaram o país em 2017, enquanto 890 retornaram à pátria das chuteiras furadas.

Zapping. As irritantes brincadeiras continuam a todo vapor sem fumaça nas mesas-quadradas da TV. Informação é o que menos importa.

Super-Tom. O dia a dia do quarterback Tom Brady, 40 anos, astro do New England Patriots, poderá ser acompanhado pelos fãs da NFL. Em parceria com o Facebook Watch, plataforma de streaming, o jogador lançará ‘Tom vs Time’ (Tom contra o Tempo), documentário com formado de série. O filme abordará a vida de Brady ao lado dos filhos e da mulher, a modelo brasileira Gisele Bündchen. Ainda não tem data para a estreia. Brady corre atrás do hexa do Super Bowl, o que faria dele o jogador com mais títulos na história do futebol americano.

Dona Fifi. Que o amor é lindo, todo mundo sabe, e corre atrás. Mas o love story ioiô entre Bruna Marquezine e Nilmar já encheu o saco do Pixoxó. Só falta na declaração de amor selfie de unha encravada.

Gilete press. De Cosme Rímoli, do ‘R7’: “Os fracassos do São Paulo no Paulista, Copa do Brasil, Brasileiro e Sul-Americana tiveram efeito nefasto para o zagueiro Rodrigo Caio. A aura de campeão olímpico, em 2016, foi desmanchada. Seu empresário, Carlos Leite, segue tentando buscar clube para o jogador na Europa. Mas está difícil. De nada adiantou o clube abaixar a multa rescisória de 30 milhões de euros, R$ 117 milhões, para 18 milhões de euros, R$ 70 milhões. Para Leco [presidente], Rodrigo Caio deixou de ser um jogador indispensável há tempos. Não foi por acaso que o São Paulo se apressou em fechar com Anderson Martins, ex-Vasco.” RC: de champanhe a tubaína.

Caiu na rede (by ‘Olé do Brasil’). Corinthians oferece Kazim para quitar dívida, mas empresa de marmitas recusa.

Tititi d’Aline. O coração de Edmundo, o Animal, foi fisgado pela jornalista Ana Luiza Real. Há dois meses, o casal troca figurinhas. O ex-jogador e Ana Luiza trabalham na Fox Sports, mas não se conheceram na redação da emissora. O primeiro tête-à-tête aconteceu num happy hour com amigos em comum.

Você sabia que… o brasileiro Marcelo, do Real Madrid, pagou R$ 1,9 milhão e quitou uma dívida com o Leão espanhol?

Bola de ouro. ‘King Kazu’. Prestes a completar 51 anos, o atacante renovou contrato por um ano com o Yokohama. Ele chegou ao clube da segunda divisão japonesa em 2005. Em março de 2017, Kazu entrou para a história como o profissional mais velho a disputar um jogo oficial: 50 anos e sete dias, superando o recorde do britânico Stanley Matthews. O ‘vovô’ japonês começou a carreira no Brasil nos anos 80. Defendeu Peixe, Palmeiras e Coxa.

Bola de latão. Kazim. Corre, briga e se esforça como poucos em campo. Pena que tem uma redondinha para atrapalhar…

Bola de lixo. Federações. As nobres entidades filiadas ao Circo Brasileiro de Futebol estão se mexendo para tentar mudar a imagem do imperador ostentação Del Nero, afastado da casa maldita do ludopédio pela mamãe Fifa por 90 dias. A ordem é sair em defesa do chefão nas entrevistas. Chegaram a pensar até em fazer um manifesto de apoio a Nero.

Bola sete. “Ele [Neymar] está agora no PSG, mas esportivamente a decisão que teve… É um passo pra trás, você estar no Barcelona e ir pro PSG. Mas são desafios que cada um faz. Eu jogava no Barcelona e fui pra Inter de Milão” (do fofo Ronaldo, num papo com o Galinho Zico, no YouTube – há controvérsias?).

Dúvida pertinente. A bandidagem do Circo Brasileiro de Futebol também tem foro privilegiado?

O que você achou? jr.malia@bol.com.br

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